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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

The last song.

Boa tarde! Saudades de mim, hein? rs.
Antes de tudo, thanks a lot Natuzinha por me substituir na sexta. Passei a semana inteira com raios, trovões, vento e muita chuva, resultado? Minha internet não funcionou e meu computador pifou (não necessariamente por causa da tempestade, hm).

Enfim, esse post eu escrevi correndo na segunda de noite, porque eu achei que ALGUÉM não ia postar na terça, né. e
E ele fala sobre meu livro preferido desde terça passada que foi quando eu resolvi retornar a lê-lo: A última música.



Sim, é o livro que se baseia o filme com a Miley. E sim, eu também ouvi dizer que o filme tá uma porcaria. Mas o livro é tipo, incrível.

Ronnie, uma menina chata que se faz de revoltada, e seu irmão Jonah, fofo e engraçado, meu personagem favorito neste livro depois de Steve, são obrigados pela mãe a passar as férias com seu pai Steve ♥ na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte, o qual Ronnie não via fazia três anos. Ela não gosta dele, não admite o pai ter-los abandonado sem avisar, e o culpa por nunca mais ter tocado piano.
No primeiro dia de sua chegada, ela vai escondida do pai a uma feira local, onde Will disputava um torneio de vôlei, e, acidentalmente, enquanto tentava recuperar uma bola, ele derrama nela o refrigerante que ela estava tomando. Ronnie sai de lá brava com Will e tem novamente refrigerante derramado na blusa por Galadriel (a Blaze), e elas se tornam amigas.
Blaze namora Marcus, que tem dois amigos que eu esqueci o nome, mas todos são ~duh mau~. Marcus quer ficar com Ronnie, Ronnie o acha idiota, Marcus fala pra Blaze que Ronnie queria ficar com ele, Blaze faz Ronnie se passar por ladra de valiosos discos em uma loja de CDs. Ronnie, que já tinha antecedentes criminais, dos quais se livraria se não cometesse mais nenhum crime, ficou – bem – encrencada.
Uma tartaruga coloca seus ovos no quintal da casa do pai de Ronnie, Ronnie recusa-se a deixá-los sozinhos à noite por conta do perigo de os guaxinins comerem os ovos, então acampa na praia. Isso se seguiu até que Will, voluntário no aquário da cidade, o qual era responsável para colocar a grade protetora no ninho das tartarugas, passou a acampar com ela, depois de sentir-se culpado por ninguém ter aparecido para colocar a grade protetora naquele ninho. E então eles ficam ~in love~ um pelo outro, e é aí que as coisas interessantes começam a acontecer...

Vou admitir que comprei ele por causa da modinha do Nicholas Sparks, e que, na primeira vez que fui ler, abandonei na página 50. Abandonei porque achei que ia ser aquele romance água-com-açúcar da “menina revoltada que se apaixona pelo menininho rico enquanto está de férias, acontecem muitas coisas e eles vivem felizes para sempre”. Voltei a ler porque a mamis linda leu e tipo, amou.

Mas o romance de Ronnie e Will é totalmente diferente do que eu havia imaginado. Na verdade, o romance dos dois é a coisa menos importante do livro, pelo menos pra mim. Até porque não gosto da Ronnie e também não morro de amores pelo Will. Se bem que nunca morro de amores pelos personagens principais (exceto Homer, OMG, OMG, Amanhã <3), Q.

Como eu já disse, meu personagem preferido é Steve. No inicio achei ele a coisa mais chata da face da Terra, aceitava tudo o que a Ronnie fazia/dizia. Achava as partes narradas através do ponto de vista dele (porque o livro é contado do ponto de vista de cada personagem, o que torna as coisas tão fáceis de entender e nos faz conhecer bem cada personagem) as piores, piores até que as do Marcus, que eu odiava. Mas ele é tão... não sei explicar, mas é um personagem tão profundo. Jonah também é incrível, é fofo, engraçado, e eu o quero como meu irmão menor também. ):

O livro não é previsível, enquanto lia, achei que ia acabar de uns cinco jeitos diferentes. Nas últimas páginas, inclusive, tudo leva a crer que uma coisa vai acontecer e ‘puf!’ acontece totalmente o contrário.

Sério, leia esse livro, ele tirou A menina que roubava livros do primeiro lugar dos meus livros preferidos. Chorei tanto, tanto. Por Steve, Jonah, Galadriel e até por Ronnie e Will. Nicholas Sparks ganhou uma fã depois desse livro. <3

P.s: Prometo que sexta que vem compenso vocês com um post melhor. :)

Beeeeeijos *:

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Percy Jackson & The Olympians

Boa taaarde, queridos!

Então, no fim de semana eu terminei de ler a série de Rick Riordan, Percy Jacksonnnn! É tão liiiindo, mano, que me deu vontade de fazer um post sobre a série em geral (Porque eu já fiz um sobre o primeiro livro, né, enfim, não me achem repetitiva e *-*) Enfim, vou falar sobre cada um dos livros e tudo o mais. :)

O Ladrão de Raios:
O começo desse livro pode parecer trash, eu achei, rs. É porque se inicia com Percy saindo em uma excursão a um museu, no qual sua professora de matemática se transforma num monstro mitológico e o ataca. O_O Tipo, meio que do nada. Mas a partir daí as coisas ficam mais interessantes, talvez porque ficam mais drásticas, rs. Percy é um menino problemático, que, em seis anos, frequentou e foi expulso de seis escolas diferentes, e tem, supostamente, transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (Ou seja, dislexia). É a partir daí que as coisas começam a ficar estranhas, porque Percy descobre que seu melhor amigo é um sátiro, seu professor de latim é um centauro, e sua professora é uma Fúria. Ele descobre que é um meio sangue, filho de um deus do Olimpo (Que depois ele descobre ser Poseidon) com uma mortal, e vai para o Acampamento Meio Sangue, onde vai ser treinado para se livrar de monstros e SOBREVIVER rs. No Acampamento ele conhece outros meios sangue, como Annabeth Chase, filha de Atena (*-*), e Luke Castellan, um guerreiro muito bom no esgrima, filho de Hermes. Lá também entra em contato com deuses como Dioniso. Em seguida ele descobre estar sendo acusado de roubar o raio-mestre de Zeus, a mando de seu pai, e para provar sua inocência, ele, Annabeth e Grover saem em uma missão que vai acabar, literalmente, no Inferno (Ou Mundo Inferior), tudo para resgatar o tal raio mestre. \o\

O Mar de Monstros:
Percy está em uma nova escola, e pela primeira vez, o ano parece que vai acabar bem. Mas ele se engana ao pensar isso, já que no último dia de aula seus colegas se revelam monstros, e Percy tem que enfrentá-los num jogo de queimada mortal! Ele vence, mas o colégio fica inteiramente incendiado e Annabeth aparece para salvá-lo e levá-lo, junto ao seu amigo Tyson, ao Acampamento. Chegando lá, a situação não é das melhores, já que Quíron é 'demitido' e substituído pelo insuportável Tântalo, que não larga do pé de Percy. Para completar, ele descobre que Tyson é um ciclope filho de Poseidon, ou seja, seu irmão! As defesas mágicas do Acampamento estão falhando, já que o pinheiro que protegia a Colina Meio Sangue está envenenada, e ele descobre que um de seus colegas campistas está por tras disso! :O (Não vou falar quem, muahahaha, pra não estragar a surpresa e *-*) Percy descobre que pode salvar o acampamento com o Velocino de Ouro, mas Tântalo não o deixa partir -_-' Mas ele vai mesmo assim RISOS. Ele descobre que Grover está aprisionado na caverna de Polifemo, um ciclope que o confundiu com uma dama ciclope e quer casar com ele, rs. Assim, ele salva Grover, e consegue o Velocino de Ouro para salvar o pinheiro, MAS UMA SURPRESA SAI DELE E tá, não vou falar também e

A Maldição do Titã:
Percy recebe uma ligação de Grover dizendo-lhe que encontrou mais dois meios-sangue, mas não sabe de quem eles são filhos. Eles e Annabeth vão tentar trazê-los para o Acampamento, mas há um monstro perto deles que não os deixa se aproximar. Durante a luta com esse monstro, aparecem as Caçadoras de Artemis, moças imortais e guerreiras, estilo amazonas, que ajudam bastante na vitória contra o monstro. Annabeth, no entanto, se 'sacrifica', pois joga-se, junto com o monstro, do penhasco. Após muito desespero de Grover e Percy, eles descobrem que Nico e Bianca di Angelo são cercados de mistérios. São órfãos, e foram deixados muito tempo atrás no Hotel Cassino Lótus, um lugar onde o tempo passa mais rápido. Foram resgatados de lá por um advogado também misterioso e tudo o mais. No acampamento, uma missão é designada para 5 campistas, e Percy não está incluido nesses, mas novamente ele vai do mesmo jeito ~Percybadboy~ kk Enfim, a missão é para ajudar Artemis, que havia saído alguns dias antes em busca de Annabeth e de um monstro que precisava ser derrotado. Na missão, morre Bianca, e Nico fica realmente furioso com Percy por não ter cumprido sua promessa de cuidar de sua irmã. Eles encontram Annabeth, que estava segurando o céu, literalmente. O gigante Atlas a tinha enganado e ela estava quase morrendo sob o peso do céu quando a encontram. Artemis segura o céu um pouco também, e Percy também quase morre nisso, mas consegue fazer Atlas retornar ao seu castigo eterno. Porém na batalha, a 'capitã' das caçadoras morre, e outra é posta em seu lugar, RS NÃO VOU AGUENTAR O FIM DO POST SEM DIZER QUEM É E
Enfim. O livro acaba com Quíron conversando com Percy, dizendo-lhe que o Acampamento seria o primeiro alvo do perverso Cronos. :x

A Batalha do Labirinto:
Esse livro é muuuuito bom, ele e o último são os meus preferidos! Percy aprende sobre o Labirinto, parte do reino de Minos, e que guardaria um Minotauro em seu interior. :x Ele e Annabeth encontram uma entrada para o Labirinto no acampamento, e Percy logo descobre que Luke quer usar a entrada para liderar seu exército através do Labirinto direto no coração do acampamento. Assim, eles têm que encontrar Dédalo, inventor do Labirinto, e impedir que o exército de Cronos encontre o fio de Ariadne, que os permitiria se movimentar ali dentro. Percy, Grover e Annabeth encontram um milhão de surpresas desagradáveis dentro do labirinto, e só conseguem se locomover direito lá dentro com a ajuda de uma mortal, Rachel Elizabeth Dare, que consegue ver através da Névoa, a camada de magia que esconde todos os monstros e coisas do tipo da visão dos mortais. Enfim, Dédalo acaba se sacrificando para fechar o Labirinto e impedir a invasão do Acampamento. Parece normal, mas o livro é excelente!

O Último Olimpiano:
É sério, é muito bom esse livro, mas é agoniante, porque parece que nada vai dar certo!
O mundo está em perigo porque o exército de Cronos está cada vez mais forte, e a missão principal é dominar a ilha de Manhattan e destruir, simplesmente, o Olimpo (Que por acaso fica no topo do Empire State Building, rs, tão legal isso e *-*). Não quero falar muito, então vou resumir tudo rapidamente: Percy Jackson e seus amigos lutam em uma guerra assemelhando-se a guerra inicial entre os deuses gregos e os titãs e em uma batalha final com o poderoso Titã, Cronos. Eles finalmente derrotam Cronos e o Olimpo é salvo.

Mas até que tudo dê certo, muita coisa acontece, e e e tá, chega. Só sei que eu sou boba, e chorei um monte com esse livro. :')

Então, é isso, gente. Recomendo MUITO a série, muito mesmo, e principalmente a quem se interessa por Mitologia, ou quem não se interessa, mas quer aprender mais sobre o assunto.
É isso, beeeeeijos, e até próxima terça!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Fica a dica. -q

Boa tarde, queridos. Espero que vocês estejam melhor que eu, que estou morrendo de dor de cabeça desde domingo. x_x 

Então, já que não tive muito como pensar no que postar hoje, vou fazer um post super #fail sobre uma série de livros que eu gosto muito, apesar de não ter lido o ÚLTIMO LIVRO: Desventuras em Série.  

Essa série é para aqueles que não têm receio de ler sobre alguns órfãos que sofrem situações desagradáveis ao longo de vários livros. Os jovens Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são irmãos, e é quando recebem a notícia de que seus pais foram mortos em um estranho incêndio que começam as suas ‘desventuras’, como sugere o nome da série. Não é uma história nem um pouco feliz, e o leitor é advertido para isso em várias passagens do livro, onde Lemony Snicket (o autor, que escreve também sob o pdeudônimo Daniel Handler) fala por meio do narrador.

Os três ganham um tutor, o maléfico Conde Olaf, um ator em fiasco que está mais interessado no dinheiro do que no bem estar das crianças. Conde Olaf faz de tudo para conquistar a fortuna deles, deixada por seus pais e na qual eles só podem decidir o que fazer quando a maioridade de Violet, mais velha, for atingida, e assim, eles tentam impedi-lo e mostrar ao mundo a verdadeira face do Conde.

Os órfãos até conseguem se livrar do tutor maligno, e entram em contato com pessoas bondosas como o Tio Monty e Tia Josephine, mas eles saem facilmente do caminho do ganancioso e sem escrúpulos Olaf, que não mede esforços para obter sucesso em seu objetivo de ficar rico às custas deles.

Em meio às tentativas (não muito bem sucedidas) de proteger sua fortuna e encontrar lugares seguros, longe do Conde, para morarem, o que se mostra muito difícil ao longo dos livros, os três órfãos ainda têm um mistério nas mãos: Solucionar o mistério do incêndio que matou seus pais.

Os três primeiros livros foram unidos numa adaptação para o cinema, de 2004, que conta com a participação de Jim Carrey no papel do terrível Conde Olaf. Pode ser considerado o pioneiro de um novo gênero de cinema, o terror infantil, mas sempre com tiradas engraçadas e irônicas. Para quem tem tempo de ler 13 livros de 150 páginas, em média, cada, conhecer a série é uma boa pedida.

Editora: Cia. Das Letras
Título dos livros na ordem de publicação:
Mau Começo
A Sala dos Répteis
O Lago das Sanguessugas
Serraria Baixo-Astral
Inferno no Colégio Interno
O Elevador Ersatz
A Cidade Sinistra dos Corvos
O Hospital Hostil
Espetáculo Carnívoro
O Escorregador de Gelo
A Gruta Gorgônea
O Penúltimo Perigo
O Fim.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Lyra, Will e a patota toda

Olá!

Esse post não será muito longo porque a ONHB me tomou todo o tempo possível, mas tudo bem. Ainda rola de eu fazer uma resenha literária que nunca fiz aqui ~ muito estranho, eu sei. Enfim, eu vou falar de Fronteiras do Universo.

Se vocês amam ficção, já devem ter lido/visto o filme baseado no primeiro livro. Comparando com o livro, o filme é uma merda e nem Nicole Kidman salva. Ela mais decora o ambiente do que encarna a vilã malvada. Mas tudo bem. O caso é que vou falar da série. A série é composta de três livros – uma trilogia – e foi escrita por um cara chamado Phillip Pullman que deve ter estudado muito teoria de evolução e astronomia para ter escrito. Ou não, vai que ele só inventou aquelas coisas mesmo rs

A trilogia é o seguinte: tem A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar. Você deve ter adivinhado que os itens citados são extremamente importantes na história, rs. Mas o A Bússola de Ouro não está traduzido corretamente, seria mais lógico O Compasso de Ouro ou algo assim, mas tudo bem. A gente perdoa.

A série começa com Lyra, uma garota de dez/onze anos que vive numa faculdade, praticamente criada pelos reitores e tal. O mundo é tipo um universo paralelo ao nosso que há as mesmas coisas, mas contém muitas diferenças. A maior dela é que todos os humanos, desse mundo, contém um daemon que é como se fossem sua alma na forma de um bichinho. A maior diversão ao ver o filme/ler o livro é ficar imaginando qual seria seu daemon e tentando combinar sua personalidade com o bicho. Por exemplo, se você é uma pessoa astuta, seu daemon se fixará na forma de uma cobra. Se você for uma pessoa mais servil, será um cachorro (fãs de cachorros, não me matem, é o que o livro diz).

Acontece uma série de sumiços misteriosos em Londres e outras cidades, e isso acaba acontecendo com o melhor amigo de Lyra. No mesmo período, o tio dela some do mapa e aparece uma mulher, a Senhora Coulter, que gostou dela e quer ficar cuidando dela. A universidade onde mora permite, então ela vai toda empolgada. Porém, no caminho, acaba descobrindo coisas que não gostaria de descobrir a respeito dos sumiços estranhos, do sumiço do seu tio e um plano muito, muito maior que envolve a mitologia bíblica, inclusive.

Lyra e a sra. Coulter, no filme. Nicole tá lindissíma -Q

A série é sensacional e eu recomendo. Ao decorrer dos três livros, não basta só a sensação de se envolver numa história ficcional e cheia de reviravoltas. Acontece também a sensação de aprender. Discute-se filosofia, pecado, amor, toda uma série de gamas e nuances do ser humano nos personagens. Há o cara que viaja em balões (esqueci o nome que se dá), o urso guerreiro, a bruxa que é a face da mulher independente e livre, a cientista que procura a saída de todas as coisas. Há a própria Lyra que cresce e amadurece de uma criança imatura à uma garota que desenvolve conceitos sólidos de honra, respeito e cumprir as promessas. E há o Will que começa a história matando um cara, mas ninguém acha isso ruim: afinal ele é o cara que ajuda Lyra e tem um papel importante na história. O mundo dele (que é o nosso também) se funde ao de Lyra e os dois passam a ser agentes de um plano obscuro que nos faz nos questionar sobre sexo e amor. Sério!

E basicamente o maior foco da discussão é: religião. A série foi considerada demoníaca pelo papa, e pela primeira vez na vida, eu digo: se alguém odeia um livro que critique a religião, nunca leia Fronteiras do Universo. O primeiro livro é tímido, o segundo ousa, o terceiro é basicamente um tratado sobre os perigos que a religião (representada na Igreja e na Autoridade) oferece. A série é atéia do começo ao fim: por mais que daemons, ursos falantes e bruxas que voam pareçam magia, tudo, absolutamente tudo tem razão na ciência. E o autor descreve, como em uma fábula infantil, sobre a possível existência divina, sobre sexo, sobre a natureza do ser humano. Eu considero a série absolutamente fantástica. E mesmo quem crê em deus ou qualquer coisa do tipo deve ler a série: ela é uma daquelas que agregam diversão, emoção e cultura para gente, não apenas algo bobinho que esquecemos na semana seguinte. É uma série com lições para vida toda :)


Em ordem de direita pra esquerda: A Bússola de Ouro, A Faca Sutil e A Luneta Âmbar.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Super indico.

Boa taaaaarde, queridos e queridas! Então, eu tenho DOIS POSTS planejado pra cá, rs, mas estou sem um minuto a mais pra desenvolvê-lo hoje. :( E outra, eu estou supeeer emocionada, porque acabei de acabar de ler A Menina que Roubava Livros , e é lindo, eu chorei da metade até o fim. Estava adiando a leitura desta havia muito tempo, e no mês passado eu descobri que a Revista Veja estava promovendo um concurso de resenhas (E só agora me ocorreu que podíamos ter divulgado ele aqui, mas enfim.) e um dos títulos selecionados era esse. Resolvi participar e, de quebra, ganhei a leitura de um livro ÓTIMO. Sério, super recomendo. :)

Então, com vocês, a história da Menina que Roubava Livros, que encontrou-se com a morte três vezes, e saiu viva o suficiente para despertar a atenção desta:

Um trem, uma mulher e duas crianças. Uma delas teria para sempre seis anos, pois é assim que é levada pela Morte, enquanto a outra assiste e presencia seu primeiro encontro com a temida condutora de almas.

Escrito pelo australiano Markus Zusak, A Menina que Roubava Livros vem tratar das vidas que se entrelaçam às da pequena Liesel Meminger que, aos 10 anos, vê morrer seu irmão mais novo nos braços de sua mãe, enquanto esta a conduzia a uma cidade da Alemanha nazista, para que lá tivesse a criação que ela não poderia lhe dar.

A obra é um relato que mescla perfeitamente a ficção da história de Liesel, com a realidade vivida pelos alemães e judeus da Segunda Guerra Mundial, e demonstra os fatos que conduziram a menina à vida longa que tivera, ao contrário de seus amigos e familiares da Rua Himmel, a qual, apesar dos defeitos que pode apresentar, passa a ser considerada seu lar e um cenário essencial para o crescimento, não só físico quando espiritual e até intelectual da criança.

O livro é narrado pela própria Morte, que foi tapeada três vezes pela roubadora de livros, e por isso decide contar a história dela. Numa narração emocionante, mas sem clichês, conhecemos a Alemanha de Hitler, fugindo dos conceitos sempre demonstrados e já conhecidos dos livros de História, pela perspectiva de uma menina politicamente incorreta, mas com imensurável coragem e perseverança, que consegue, com isso, superar os momentos mais difíceis da vida, desde a morte de a entrada do conhecimento e assimilação das palavras em sua vida, incluindo a atitude irracional e impensada, porém recompensável, de esconder um judeu em pleno Terceiro Reich, até seu próprio encontro com a Morte, Liesel Meminger viveu nos quatro anos narrados em seu livro mais do que qualquer um de nós provavelmente viverá na vida.

Uma leitura poética, na medida certa, contagiante e culta, de certa maneira, mas de fácil assimilação, na qual nem a presença de notas avulsas em meio à história (Mas que também fazem parte dela, por menos que estejamos acostumados a interromper o comum “texto inteiro” dos livros), e nem mesmo as previsões dos fatos que se seguirão nos tira a vontade de terminar, simplesmente porque a curiosidade de conhecer o fim da saga da Menina que Roubava Livros se sobrepõe. A promessa encontrada em cada palavra, linha ou capítulo, de que a história valerá à pena, precisa ser cumprida ao final, independente das conseqüências que poderá trazer. E assim será, já que, assim como um de seus inteligentemente criados personagens, Markus Zusak se mostra um exímio cumpridor de promessas.

Enfim, e definitivamente. Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.

Beeeeeeijos, e até terça que vem. :*

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Tomorrow - when the war began

Oi descaprichetes! *o*

São 00h32min, eu quero dormir, e não sei exatamente o que postar. Ok, eu tinha 287867287 idéias, mas a falta de tempo (tenho que terminar isso antes de ir dormir e programar, porque provavelmente não vou ter tempo amanhã)não me deixou escrever sobre nenhuma delas.

Pois bem, há um tempo, minha mãe comprou pra mim o primeiro livro da série Amanhã (Quando a guerra começou), de John Mars. A série foi lançada originalmente em 1993 e possui sete livros. Seis deles já foram traduzidos pela Editora Fundamento. E vai virar filme! Em Junho de 2009, a Screen Australia anunciou a produção do filme Amanhã Quando a Guerra Começou (tem o trailer no youtube se alguém quiser ver).



Bem, é um livro de guerra, narrado pela personagem principal, Ellie Linton. No inicio eu achei meio bobinho, basicamente um grupo de jovens indo acampar no Inferno, um lugar um tanto exótico. Achei que ia ser uma coisa um tanto “sexo, drogas e rock’n roll”, vendo o jeito que a Ellie narrava aquilo tudo. Mas hã, não foi nada disso. Eles foram acampar no Inferno, foi uma coisa bem legal,porque poxa, eles eram amigos acampando, e eu acho acampamento uma coisa legal e *o* Enfim, eles passaram uma semana no Inferno, indo de vez em quando buscar mais comida no carro sem o contato de mais ninguém. Quando eles voltaram pra casa, encontraram os animais mortos e nenhum sinal de seus pais. E é aí que as coisas legais começam a acontecer. Eles descobrem que um exército estranho atacou o país, e que as pessoas da pequena cidade de Wirawee estão todas presas na Feira, em condições precárias. E então eles começam a fazer de tudo pra mudar essa situação. Tem muita ação, aventura e... romance. Aí você fala: ok, um livro de guerra com romance? WTF? Foi isso o que eu falei quando eu li umas resenhas sobre o livro. Mas quando você lê, é impossível não ter. Ellie sabe que está em uma guerra, e que isso é sua prioridade, mas ela não consegue resistir às provocações de Lee, ou a sua atração por Homer.

Enfim, eu super recomendo essa série. Só não façam como eu e julgue o livro pela capa. Você vai se arrepender. ;)

Beeijos, até sexta que vem. :*

P.s: Não achei que o post ia ficar tão pequeno. Foda-se.

sábado, 24 de julho de 2010

Cabeça de Vento + Dicas

OIEE

Bom dia (ou será boa tarde?) descaprichetes divas!

Vocês já viram o mais recente livro da Meg Cabot que foi lançado, Cabeça de Vento? Eu o li esses dias e vou falar um pouco dele pra vocês.






Esse é o primeiro volume da série “Airhead”, seguido por Being Nikki (que pode ser encontrado na internet pra download, traduzido pela comunidade ‘Traduções de Meg Cabot’), e Runaway.

Em Watts é craque no que diz respeito a videogames, computadores e é super boa em matemática. Ela tem seu melhor amigo, Christopher (por quem nutre uma paixão secreta), que também tem os mesmos gostos que ela, mas a trata como se fosse ela não fosse uma menina. Em realmente acha que ele pensa que ela é um garoto.

Tudo acontece quando ela é obrigada a ir à inauguração de uma loja com a irmã dela, que queria um autógrafo do famoso artista britânico Gabriel Luna e da modelo super badalada Nikki Howard.
Para salvar Frida de uma televisão de plasma se solta do teto, Em se joga na frente dela. A boa notícia é que ela salva a irmã; a má é que a TV a atinge em cheio.

Não é preciso dizer que o corpo de Em ficou todo estraçalhado, né?

Só que no mesmo dia um acidente acontece com a modelo Nikki, que sofre morte cerebral. Depois de uma operação caríssima, os médicos implantam o cérebro de Em no corpo de Nikki. É divertidíssima a cena que Em descobre que não é mais Em, e sim Nikki Howard.

Agora ela tem que viver a vida de Nikki, já que seus pais assinaram um contrato dizendo que Em honraria todos os deveres de Nikki, assim como viver a vida dela, caso contrário teriam que repor a quantia de dois milhões de dólares, o preço da cirurgia.

Em se mete em cada uma, gente! Ela de uma hora pra outra descobre que sabe beijar (bom, o corpo de Nikki sabe), que pousar para tirar fotos não é nada fácil, e que agora seu paladar prefere peixe grelhado a sundae de chocolate.

Além de que tem a amiga de Nikki, Lulu Collins, que é muito engraçada (e,hm, burra que dói) ! Ela acha que Em/Nikki sofreu uma trasferência espiritual, que nem em Sexta-feira muito louca e até se oferece pra chamar sua professora de Yoga pra desfazer tudo.

É uma leitura super divertido, bem naquele estilo Meg Cabot que a gente bem conhece. É um livro que eu recomendo, e muito. Como eu sei que a editora vai demorar anos luz pra publicar o segundo volume, já baixei meu e-book e assim que der vou começar a ler.

Mudando um pouco de assunto: a leitora Verenna sugeriu que eu fizesse um tipo de guia, pra quem quisesse seguir o mesmo pacote que eu na Disney, com os preços da viagem e quanto eu gastei.

Assim, eu sou péssima em fazer guias e tal, mas posso dar umas dicas, dependendo do pacote. Me baseando no pacote que fiz (Miami e Disney), essas são as minhas dicas:

1.Eu não sei quanto custou o meu pacote, mas o que eu sugiro que você e sua família pesquisem bastante, pra depois não dar problema se a agência for fake. Pesquisem TUDO (preços principalmente), não deixem nada pra depois, e tentem ao máximo ir com gente conhecida, porque é sempre mais divertido. Não que ir com outras pessoas não seja, pois eu conheci muita gente nova por lá, e que hoje já se tornaram muito importantes pra mim.

2.Se for só pra Miami e Disney, levar uns mil dólares dá e sobra (pra mim sobrou 18 dólares, e deu pra eu trocar por real e comprar Cabeça de Vento! [:)

3.O melhor lugar pra comprar perfumes é em Miami. Sério, tem uma loja lá que os preços são muuito bons: um 212 sexy, por exemplo, aqui sai quase R$300,00. Lá eu comprei por 40 dólares. Então, se for comprar perfume e maquiagem, é em Miami, don’t forget!

4.As coisas no complexo Disney e nos parques da Universal são muito caras! Só compre coisa lá se for algo específico, que só tenha em tal parque. Tipo, eu só gastei mesmo no Parque de Harry Potter, nos outros parques só com alimentação e alguma coisa que não fosse muito cara (tipo minha camiseta do estranho mundo de Jack, por 11 dólares, milagre!)

5.Comprar lembrancinhas praquela tia que só te ligou no dia da viagem pra te lembrar de comprar presente, ou praquele primo birrão, aquele tipo que você não vê há uns 10390348058 anos, praqueles parentes aleatórios, é no WallMart. Sério, tem camisetas lá por 3 dólares! Chaveirinhos do Mickey por U$ 1,25,e Barbies e Princesas da Disney por U$ 6,00!

6. Se der, comprem pão, manteiga e queijo no WallMart, porque comida na disney é cara, e como você chega mais ou menos às 23:00 dos parques, já tá cansada e tudo que quer é cair na cama. Mas como também tá morrendo de fome, dá pra comer um sanduíche, e ainda sobra pro café-da-manhã. E resta mais dinheiro pra gastar nas lojas, vejam que vantagem! rsrs

Esses foram os tópicos que me lembrei agora, mas se alguém tiver alguma dúvida ou pergunta específica, pode deixar no comentário ou mandar um e-mail pra Desch, que eu respondo :D

Beijos e até próximo sábado!

sábado, 26 de junho de 2010

Estado de Sítio? Não! Gritemos por uma Semana de Literatura Nacional.

Ma ooooooooe, pessoal! Aqui é a Blanca Aleks, amiga da equipe desse blog amadíssimo. A Thaís não pode postar hoje por problemas pessoais (leia-se provas) e também não vai poder no próximo sábado (porque vai conhecer o Mickey!!!), então cá estou, substituindo-a. Sintam-se a vontade comigo, ok? Esse post vai falar sobre a valorização da literatura nacional e como você pode ajudar nessa.

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Você caminha até a livraria, com a intenção de comprar ou apenas ver a capa do livro. Problema 1: você não sabe exatamente qual é. Você, saltita, entra na livraria.
 - Moça, onde fica a parte de infanto-juvenil?
 - Logo alí - ela aponta, para o subsolo.
 Você desce e dá de cara com muitas capas coloridas, cheias de vida, calor humano. Olha uma por uma e lê mil coisas como "Brashares", "Brown", "Young". Problema 2: no caminho, você havia decidido levar um livro brasileiro.
 E agora? As más línguas responderiam com uma certa rima que metade da população conhece muito bem, mas não é o caso aqui.
"Livro brasileiro? Quando, onde, por que? Não faz sucesso aqui, não faz lá fora = é ruim" talvez seja o que se passa na cabeça de muitas pessoas. Não é o que acontece na sua, e o seu pensamento agora é "por que, caramba, tem mais livro estrangeiro nessas prateleiras?".
  Entenda, portanto, como funciona a mente de uma editora quando...


1) Publica livros estrangeiros.
A maioria delas compra os direitos autorais de uma autora e passa a publicar seus livros. Mas calma, não é qualquer um: só os que tem boa repercussão lá fora. Se sua publicidade no país de origem já fizer efeito, maiores chances de fazer aqui também. Um slogan básico como "tem o maior fanclube literário da internet" vai fazer você, futuro leitor, querer criar ou participar de um. Mas as editoras não vão traduzindo o que dá na telha, só por ser de um escritor já famoso.  A série 1800-where-are-you, da famosa escritora norte-americana Meg Cabot, teve seu primeiro livro (When Lightning Strikes) publicado nos EUA em 2001. Por aqui, nunca foi traduzido ou teve os direitos autorais comprados. Por que? Se compararmos seu sucesso com o de A Mediadora (2000 lá, 2005 aqui), por exemplo, 1800 fica bem lá embaixo. Pagar um tradutor + um designer para as capas + marketing não traria lucro suficiente para a Record, editora responsável pela publicação de Cabot por aqui. 


2)Publica só ou também livros nacionais.
O escritor manda seus originais, a editora avalia. Legal, ela aceita publicar. Após toda a papelada, ajeitar o texto aqui e ali, vem o principal: começar um público do zero. No caso de literatura infanto-juvenil, tal caso se agrava mais, já que o número de escritores para tal estilo que já tem algo publicado é comparável com a massa de um nêutron. A fama do cara tem que ser construída, chamadas enganosas também e o risco de o projeto não vincar é grande. Mas o máximo de marketing é feito, visando fazer brilhar o autor e sua obra. Inseguranças? Basicamente essa: ela não tem estatísticas já prontas, uma vez que o suor vem todo de sua empresa.


O início do post passou por aqui.


E a sua mente, como funciona? Bem, primeiro, vamos definir o conceito de "sua":


1)Acha que livro brasileiro é tudo ruim, oh yeah!
Certamente você nunca leu nenhum livro brasileiro bom ou pensa que a literatura nacional resume-se em Machado de Assis; achismo que pode ser atribuído ao ensino da Língua Portuguesa nas escolas.


2)Tem uma leve noção da escrita brasileira e quer ler mais livros nacionais.
Auto-explicativo, não acham? Provavelmente você está cansada de traduções e quer experimentar sua própria cultura. 


Para ambos os casos, recomenda-se experimentar uma leitura nacional leve, pra já ir pegando um gostinho. Partindo para o lado pessoal, indico o livro Super, do Marcelo Carneiro da Cunha, Editora (Galera) Record.   Diferente de muita coisa que você já leu, pelo tema e estilo de escrita do autor. 
Mais alguns livros que eu e a equipe de DesCH aprovamos demais:


"Um náufrago que ri" - Rogério Menezes
Gênio do crime, Sangue Fresco, entre outros do João Carlos Marinho
"Desculpem, sou novo aqui" - Carlos Novaes
"A Marca de uma lágrima" - Pedro Bandeira
"Corda Bamba" - Lygia Bojunga
Absolutamente todos do Luís Fernando Veríssimo
Todos os do Ziraldo "para criança" (NA: esse aí é um gênio.)




Divulgue essa idéia, pessoal. Leiam mais livros brasileiros, valorize nossa cultura tão rica. Compre, pegue na biblioteca, indique os mais legais a seus amigos: o importante é não deixar essa corrente acabar.


Comentem, digam se gostaram, insiram coisas, insiquem mais livros. E não esqueçam de dizer se substituí bem a Thaís! xD


Raiz de 28561 beijos! 


Blanca Aleks.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A mediadora.

Oi meninas, tudo bem? Hoje é sexta e eu vou postar né - mesmo ao contra as expectativas de todos (e de mim mesma, porque eu não sabia o que postar, hm ._.). Mas a Thaaaais linda, diva s2 me deu uma idéia sobre o que postar.

Que Meg Cabot é um fenômeno na literatura mundial todo mundo já sabe. Agora, o que eu não sei é como ela consegue escrever tantos livros em tão pouco tempo. Seja qual for o seu segredo, o índice de aceitação e sucesso de praticamente todos os seus livros é tipo, enorme. Eu sempre amei os livros da Meg, eles são bem coisa clichê de adolescentes, mas são muito bons. Em 2004, lançou aqui no Brasil A Terra das Sombras, da coleção “A Mediadora”. Essa é, de longe, a minha série preferida da Meg, é composta por seis livros e conta a história de uma adolescente de 16 anos, Suzannah Simon, que é uma mediadora (tem a capacidade de ver, tocar e conversar com os fantasmas). Daí o nome da série né.



No primeiro volume, A Terra das Sombras, Suzannah nos é apresentada como uma adolescente que mora com a mãe, uma jornalista, pois seu pai havia morrido de um infarto fulminante quando ela era criança. No entanto, ela recebia várias visitas dele, sempre buscando orientá-la e aconselhá-la. Após o casamento da mãe com um apresentador de um programa da TV a cabo, Andy Ackerman, Suze se muda para a Califórnia, onde, além de um padrasto, ganha três meio-irmãos: David, mais conhecido (por Suze) como Mestre, Brad, vulgo Dunga e Jake, também chamado por Soneca, frutos do primeiro casamento de Andy. Quando ela chega à nova casa, fica um tanto apreensiva, já que a casa foi construída há 150 anos, e havia uma grande probabilidade de ser habitada por fantasmas. Ao chegar ao cômodo que seria o seu refúgio na nova vida, o seu quarto, ela nota a presença de um fantasma sentado no assento da janela. Mas não era só um fantasma qualquer, ele era o fantasma mais lindo que Suze já vira na vida!
Mas Jesse não era o único fantasma a “assombrar” Suze, assim que ela chega no seu armário do novo colégio, a Academia da Missão Junipero Serra, encontra a antiga dona dele, Heather, que, não aceitando o término do namoro com Bryce Martison e, para se vingar do garoto, comete suicídio. Enfurecida por perceber que Bryce toca em frente a sua vida e, pior, demonstra claramente ter interesses por Suze, ela está disposta a matá-lo e também a Suze, para se sentir enfim completa e feliz.
Suzannah não se sente intimidada por Heather, apesar de apanhar um bocado. O Padre Dominic, diretor da escola de Suze e também mediador, não aprova de forma alguma o estilo muito engraçado e divertido de Suze, que tenta resolver os problemas com os fantasmas rebeldes com socos e chutes. Ele diz que essa não é a forma de um mediador agir. Mas Suze, assim como não é uma adolescente normal, também não é uma mediadora típica. Ela tem seus meios próprios de resolver os problemas e enfrentar os mortos.
No meio dessa confusão toda ela conta mesmo com o apoio de Jesse e do Padre Dom para continuar viva, proteger Bryce e conseguir enviar a rebelde para onde ela deveria ter ido assim que morrera. E se não bastasse ter que enfrentar os fantasmas, ela ainda tem que bancar a garota normal em casa e aprender a lidar com três garotos em plena puberdade. Ela bate de frente com Brad pelo jeito do garoto, um tanto cabeça oca que só pensa em malhar, com Jake ela não tem problemas, mas também nenhuma afinidade, já que como o próprio apelido já diz, ele parece ser meio sonolento, fazendo referência ao seu jeito caladão e preguiçoso de ser. O único por quem ela tinha certo carinho e mantinha relações é David um garoto um pouco mais novo que ela, bem fofinho, doce e com um jeito meigo, inteligente e esperto. Ela será muito importante para Suze nos desafios que enfrentará nos próximos livros.

Os próximos livros seguem com: O arcano nove, Reunião, A hora mais sombria (o melhor eeeever, Paul seduction forever aparece *o*), Assombrado e Crepúsculo.

P.s: Esse post ficou muuuuuuuito #fail, e mil desculpas pelo horário.

Beeeeeijos, até sexta que vem. ;*

terça-feira, 15 de junho de 2010

Don’t let this magic die!

Olá, pessoas! Hoje a tia Naty vai falar sobre um tema que ela gosta muito muito muito, e todas as outras tias do blog gostam também: HARRY POTTER!

Isso porque nessa semana acabaram as filmagens da última parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte (A primeira parte será exibida nos cinemas em novembro deste ano, e a última em julho do ano que vem, se não estiver enganada, e corra pra garantir o ingresso, porque VAI LOTAR, tenha certeza disso.), e bate aquela ânsia, porque tipo, VAI ACABAR.

E eu me lembro de quando eu tinha seis anos e meu pai lia A Pedra Filosofal pra mim antes de eu dormir, e eu ficava IMPRESSIONADA, tipo, como podiam corujas aparecerem de dia? Como podia um gato LISTRADO DE AMARELO, parado NUMA ESQUINA, lendo UM MAPA? Como podia um menino magrelinho, com uma cicatriz estranha na testa, ter perdido os pais tão novo, e ter ido morar com seus tios, e dormir debaixo da escada? E por que ele era tão mal-tratado?

E aí quando eu tinha sete anos eu comecei a ler o livro sozinha, e li inteiro em uma semana. E aí li A Câmara Secreta, e morria de medo do basilisco (E quando vi o filme tinha medo de olhar nos olhos dele, e eu SEMPRE me assustava quando ele aparecia do nada naquela cena!). Enfim, e eu passei a amar o Harry com todas as minhas forças, e depois o Dan, e lia os livros repetidas vezes (ainda leio e :$), E EEENFIM, se eu for falar aqui toda a minha história com HP... :P

Tá, mas a ideia do post é mais falar sobre cada um dos livros, mesmo que existam poucas pessoas no mundo que já não tenha lido ou ouvido falar deles... OK, lá vai.


Harry Potter e a Pedra Filosofal: O livro começa com uma série de fatos estranhos, pessoas com roupas esquisitas nas ruas, corujas passeando no céu de Londres, UM GATO LISTRADO DE AMARELO LENDO UM MAPA NA ESQUINA E, enfim. Harry era um garoto que tinha uma cicatriz em forma de raio na testa, supostamente fruto do acidente de carro que matara seus pais, e sempre fizera acontecer coisas estranhas ao seu redor. Isso se repete quando várias cartas começam a chegar na casa onde vive com seus tios, endereçadas diretamente para ele. Seu Tio Valter, por algum motivo, não quer que ele leia as cartas, mas daí aparece o Hagrid, um meio-gigante, no dia do aniversário de onze aninhos do Harry e entrega a carta pra ele fazendo a revelação: Harry é um bruxo, e deve ir para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, aprender tudo o que tem que saber. No fim do seu primeiro ano letivo, ele já enfrenta um bruxo das trevas e o vence. O livro tem algumas falhas de tradução, normal, como, por exemplo, Draco Malfoy é denominado muitas vezes de ‘Drago’ e a Professora Sprout, que só é citada poucas vezes, aparece como PROFESSOR Sprout. o_o


Harry Potter e a Câmara Secreta: Não me atrevo a escolher o meu preferido da série, mas A Câmara é com certeza um dos que mais gosto. É meio sombrio, alunos começam a ser atacados e petrificados por algo maligno e desconhecido em Hogwarts, e todos temem que algo possa voltar a acontecer, SÓ QUE NINGUÉM EXPLICA DIREITO O QUE É ESSE ALGO! Reza a lenda que na última vez que alunos foram assim atacados, um deles acabou morrendo ao final, e há também toda uma história mal explicada de que há uma câmara secreta escondida em algum lugar do castelo, e essa câmara só seria novamente aberta quando o Herdeiro de Slytherin retornasse à escola. Por alguns motivos aleatórios, as pessoas começam a pensar que Harry é esse herdeiro, MESMO ELE SENDO DA GRIFINÓRIA, e as pessoas se afastam dele. Ele chega a questionar suas escolhas, e até mesmo questionar se estaria na Casa certa em Hogwarts. Enfim, ele realmente consegue abrir a Câmara Secreta para salvar a irmã do Rony, seu melhor amigo, e todos os que estão petrificados na escola, e tudo acaba bem. EU AMO MUITO ESSE LIVRO, deixa eu confessar porque: É aqui que aparecem alguns objetos, personagens e revelações que são super importantes para o desenrolar dos outros cinco livros. *-*


Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban: Harry virou um adolescente rebelde e, logo no início do livro, foge da casa de seus tios, encontra um cachorro bem ~~dumal~~ e sobe a bordo do NÔITIBUS ANDANTE, embarcando direto para o Caldeirão Furado, a passagem para o mundo dos bruxos. Lá, além de encontrar seus amiguênhos, ele descobre que tem um assassino à solta, e que ele pode vir a procurar Harry. :O Na escola, o clima de preocupação aumenta , quando o tal assassino, Sirius Black, é visto DENTRO do castelo, e Harry acaba descobrindo por acaso que Sirius é, nada mais nada menos que... SEU PADRINHO! Um monte de personagens novos surgem, tipo o Sirius Black e o Professor Lupin, além de criaturinhas também. Harry entra em contato com um lobisomem (Um de verdade, e não um cachorrinho bonitinho que anda numa matilha e u_u), voa num hipogrifo, descobre um monte de coisas sobre Hogwarts e suas passagens secretas (Graças ao Mapa do Maroto, um objeto MUITO LEGAL que mostra a escola toda e todos que estão nela), e sobre animagos, bruxos que podem se transformar em animais quando querem, além do vira-tempo, uma coisinha bonitinha que te deixa voltar no tempo. E há também a cena ~~SUPER DIVA~~ da Hermione dando um SOCÃO no Malfoy (Além de chamá-lo de “Barata nojenta, abominável e asquerosa!”, mas eu não tenho certeza se isso ocorre no livro também ou apenas no filme. o_o)


Harry Potter e o Cálice de Fogo: Esse livro é realmente cheio de coisas novas. Aliás, essa é uma das partes que eu mais gosto em Harry Potter: Cada livro traz um monte de coisas novas, personagens, objetos, o que não deixa a leitura cansativa ou monótona, pelo contrário, dá vontade de ler cada vez mais pra descobrir o que mais vai aparecer! Além de que tudo, realmente TUDO, o que é citado contribuir para o final da saga. *-* Mas tá, enfim. O Cálice de Fogo começa com a Copa Mundial de Quadribol, que por si só já traria um monte de coisas legais para se saber, mas nela ainda ocorre o ataque dos Comensais da Morte, bruxos aliados de Voldemort, o maior e mais forte bruxo das trevas ~ever~. Eles aparecem lá no acampamento bagunçando tudo, e todo mundo tem que fugir, e acaba que o Harry perde a varinha dele nessa fuga, e daí aparece a Marca do Voldemort em cima do acampamento, e todo mundo fica LOUCO porque normalmente essa marca significa que alguém morreu ali. O Ministro da Magia aparece e descobre que a Marca foi projetada pela varinha do Harry, e esse é um momento bem TENSO, porque todo mundo acha que foi ele, mas, claro, não foi. E esse é só o início do livro. No decorrer, acontece o Torneio Tribruxo, e Harry é obrigado a participar, mesmo estando abaixo da faixa etária, porque alguém o inscreveu, e parece que esse alguém quer matá-lo, já que no torneio ele tem que enfrentar UM DRAGÃO, UMA HORA EMBAIXO D’ÁGUA PRA SALVAR SEU AMIGO, E UM LABIRINTO CHEIO DE MALDADES E ok, parei. Mas isso acontece mesmo. E ainda acontece que a taça de prêmio do torneio é uma chave de portal, que o leva para um cemitério bem MACABRO e ele presencia a morte de Cedrico Diggory, além do retorno de Lord Voldemort e a reconvocação dos Comensais da Morte. E AINDA tem o fato de que ele quase morre mais uma vez, e quando retorna a Hogwarts com o corpo do Cedrico (E é super triste o Amos Diggory falando, “É o meu filho... É O MEU GAROTO!” Ç_Ç) e contando que o Voldemort voltou, NINGUÉM ACREDITA NELE, OLHA QUE LINDO. –nnnn


Harry Potter e a Ordem da Fênix: O mundo dos trouxas está sombrio, e apenas os bruxos suspeitam que isso está ocorrendo por causa da volta de Lord Voldemort. Logo no início, dementadores, criaturas do mal que sugam toda a felicidade e esperança do que está por perto, atacam Harry e seu primo Duda, e Harry é obrigado a usar magia para se salvar, mesmo sendo menor de idade. Assim, ele é convocado a uma audiência no Ministério da Magia para que seja julgado se ele deveria ser expulso da escola e perder sua varinha (Ou não, que é o que de fato ocorre.). Assim, um novo ambiente é introduzido, e o Ministério é muito importante pois é o palco da batalha final do livro. Muitos personagens também aparecem neste livro, como a Tonks, um monte de pessoas que fazem parte da Ordem da Fênix, uma organização meio que secreta que visa combater Voldemort, seus seguidores e todo o tipo de arte das trevas, e a Professora Umbridge, a nova professora de Defesa Contra as Artes das Trevas de Hogwarts, uma verdadeira megera. Harry e seus amigos são amplamente reprimidos por afirmarem que Voldemort está realmente de volta, e acabam tendo que criar dentro da escola um núcleo de resistência e preparo para o que venham a encontrar no mundo além dos portões da escola. Assim nasce a AD, Armada de Dumbledore, tendo Harry como professor e a Sala Precisa como sala oficial. A AD acaba sendo bem útil, pois ao final do livro, as crianças travam uma luta contra vários Comensais da Morte, e aparece também a Ordem da Fênix para ajudá-los, e acaba que o Sirius morre e Ç_________Ç Tá, esse é o maior livro da série, tem 702 páginas, mas é também muito importante. Nele também acontece o primeiro beijo do Harry, com a Cho Chang, ex-namorada do Cedrico Diggory (Ç_Ç), na própria Sala Precisa.


Harry Potter e o Enigma do Príncipe: Ah, esse livro é bastante esclarecedor. Ocorrem umas revelações bem macabras sobre a infância e vida adolescente de Lord Voldemort, além de outras revelações macabras sobre como ele é praticamente invencível por ter sua alma dividida e cada parte depositada num objeto, as chamadas Horcruxes. A ameaça das artes das trevas retornarem ao poder está maior que nunca, e várias pessoas estão sendo recrutadas para os Comensais da Morte, como, por exemplo, o aluno e arqui-inimigo de Harry, Draco Malfoy. Mas O Enigma do Príncipe traz também algumas tiradas muito boas, como a Loja de Logros de Fred e Jorge Weasley, a Gemialidades Weasley, as aulas de aparatação que Harry e seus colegas passam a ter, e a primeira namorada do Rony, Lilá Brown, o que deixa Hermione bastante enciumada. E, claro, o esperado beijo entre Harry e Gina (Eu, particularmente, esperava isso desde A Câmara, quando ele fica todo preocupado com ela na própria Câmara Secreta. *-*) Mas, é neste livro que Harry descobre que está praticamente sozinho em sua batalha contra Lord Voldemort e todos os seus comparsas, e que seria muito difícil vencê-los, por causa das Horcruxes do Voldemort. :x E, claro, este livro te fará ter muita, mas MUITA raiva e ódio do Snape, que ao final MATA o Professor Dumbledore (Ç_Ç) e, aparentemente, demonstra toda a sua lealdade ao Lord das Trevas. :x


Harry Potter e as Relíquias da Morte: Mais uma vez, um dos meus preferidos. Toda vez que eu termino de ler Relíquias, dá vontade de começar todo de novo! Ele traz, claro, todas as revelações sobre toooooda a saga e vida de Harry Potter. Traz batalhas, discussões, revoltas, resistência, perdas, ganhos, vitórias, derrotas, enfim. Um monte de mensagens lindas sobre amizade e força de vontade. Não canso de falar isso, e todas as meninas do tópico J.K. Rowling x Stephenie Meyer, da comunidade da Capricho, não cansam de reafirmar para todos os que dizem que Harry Potter não traz nenhuma mensagem, Relíquias mostra que numa guerra, os dois lados perdem. Mas não é por isso que devemos parar de lutar. Repetindo as palavras do sábio e eterno Dumbledore, haverá uma hora em que todos deverão escolher entre o que é certo, e o que é fácil. Sério, Harry Potter e as Relíquias da Morte foi o livro com o qual eu MAIS chorei na minha vida, mano. É do tipo que está tudo bem, e, duas páginas depois, você não consegue ver saída, e EU NÃO QUERO FAZER SPOILERS, MAS O FINAL É TÃÃÃÃO PERFEEEEEEEEEEITO! *-* A única coisa que me decepcionou nesse foi descobrir quem era o R.A.B do bilhete da falsa horcrux do fim do sexto livro no capítulo 10, mas supera-se.

Enfim, gente, é isso. Só tenho a dizer que amo muito esse série, e que Harry e todos os outros serão eternos para mim e tantos outros fãs, because we won’t let this magic die. Never. <3 Beeeeeeeijo, gente, até a próxima terça! *-*

P.S.: VAI DAR 2 X 1 PRO BRASIL NO JOGO, torçam todos, beijosss.

domingo, 13 de junho de 2010

Don't stop believing!

OIIIE!

Nesse domingo pós dia dos namorados – casais apaixonados, solteiros vivendo sua vida normalmente, corações vermelhos gigantes estampados nas lojas... nada realmente importante, rs – Eu resolvi postar sobre duas coisas totalmente opostas: uma que a leitora Luana sugeriu e outra que eu já havia prometido há algum tempo, e agora simplesmente pareceu certo publicar.

Pois é, primeiro de tudo, vamos falar de GLEE!


Caso vocês já sejam fãs da série, sabem que essa semana foi ao ar o season finale da 1ª temporada, e agora só teremos mais músicas dicas em Setembro #mimimi.

MAS, eu não posso deixar de comentar que aquele último episódio foi SENSACIONAL, e bem, vou falar mais do que achei pro final, com a devida marcação de spoilers :D


Enfim, pra você que está boiando:

Glee é uma série musical, produzida pela Fox. Começou a ser exibida ano passado e já faz MUITO sucesso no mundo inteiro. Trata-se de um grupo de coral, comandado pelo professor Will Schuester, que faz de tudo para que o clube volte a ser o que era antigamente. Mas é uma tarefa difícil, porque a reputação do Glee é bem, hm, zero.

Mas sinceramente, o legal da série não é a história. Quero dizer, É. Só que e diferente, porque o diferencial de Glee está no modo em que as coisas acontecem, de que os personagens agem, etc. Resumindo, os roteiristas pegaram todos os clichês possíveis (A líder de torcida, o capitão do time, o amigo gay, a excluída) e os transformaram em personagens reais. Porque, sinceramente, a série é feita de estereótipos, mas eles revertem isso de uma maneira muito legal. Porque a líder de torcida não é má, pelo contrário; O capitão do time é um idiota (apesar de eu amá-lo, Finn ♥ ); a excluída é insuportavelmente mandona e bem egoísta. E têm os outros, cada um mais estereotipado que o outro, mas com características tão reais e cômicas que não tem jeito de NÃO amá-los. Nem a Sue Sylvester, que consegue ser a vilã mais sensacional e sarcástica, com um grande coração.

E tudo isso é apresentado com muita comédia, sarcasmo e músicas ótimas, o que deixa a coisa melhor ainda. As apresentações emocionam muitas vezes de tão lindas.
E o estilo das músicas é o mais variado possível, o que é muito legal. Os roteiristas as vezes têm sacadas ótimas, e NÃO, NÃO É COMO HIGH SCHOOL MUSICAL.

Que fique bem claro. Quero dizer, que fala isso não deve ter visto nem o primeiro episódio da série, porque de cara já parece algo completamente oposto. Não é nada politicamente correta e nada “juventude feliz e inocente” também. Tanto é que um dos dilemas da primeira temporada é uma estudante grávida e seus conflitos familiares. Mas quem sou eu pra dizer, já amei HSM um dia... (bons tempos hahaha)

Bom, acho que já falei o bastante da série em si, agora preparem-se para os spoilers e minha opinião sobre o último episódio da temporada: [SPOILER]

Cara, sério, AMEI!


E me emocionei também. (novidade...)


Achei que o Vocal Adrenaline mereceu ganhar, mas fiquei com pena do Glee... Pirei naquela apresentação deles. Aquelas cenas do parto da Quinn com a música deram um efeito muito legal. E o Jesse fdp maravilhoso cantou maravilhosamente bem, como sempre (aaah, como queria que ele fosse personagem fixo da série!)


O Finn que nessa parte da temporada tava cada vez mais sedutor então, nesse episódio arrasou hahaha. Aquele eu te amo foi tão inesperado e sincero... *-*


O mesmo se aplica ao Will, se declarando pra Emma, que tava toda corajosa gritando com o diretor. Adorei!


Enfim, gostei bastante do final. E achei que deu bastante enredo pra próxima temporada. O Glee perder fez a coisa ficar um pouco mais realista, porque vai, a apresentação deles foi mesmo linda, mas o VA fez muito bonito com Bohemian Rapsody.
Mal posso esperar por Setembro... AAAH! [/SPOILER]


Enfim, agora vou parar de falar de Glee e ir para o próximo assunto, tão legal quanto esse, eu diria. Eu já tinha pensado em fazer um post dobre isso e a sugestão da Luana caiu como uma luva. E o caso simplesmente é: livros brasileiros.


Sendo sincero, você já leu livros nacionais além dos clássicos exigidos para o vestibular? Atual mesmo, de literatura juvenil, fantástica ou qualquer outra coisa. A questão é que simplesmente não há um incentivo entre os jovens (e até entre os adultos, porque não) a lerem coisas nacionais, sabe. A apreciarem a cultura brasileira inclusive nos livros.

E então o blog literalmente falando junto com alguns outros decidiu lançar uma campanha para começarmos a ler mais livros nacionais.
É fato gente, sem consumidores as editoras nunca vão dar muita abertura a novos escritores brasileiros, principalmente que falem sobre temas muito mais reconhecidos internacionalmente, como fantasia. E é realmente uma pena, porque tem muita gente boa e criativa SIM por aqui. E por que necessariamente os padrões americanos/ britânicos de uma história são mais “legais”? Por que uma história passada em São Paulo ou em Curitiba não pode ser tão legal quanto uma passada em uma cidade do interior dos EUA?
Sério, não vejo muita diferença, além dos nomes.

E mesmo falando isso, até hoje eu não tenho muitos livros brasileiros na minha estante, além dos que tenho que ler esse ano pro vestibular. Quero dizer, Machado de Assis arrasa, mas e as coisas novas? Confesso que só tenho “A Marca de Uma Lágrima” (que já não é lá tão novo... mas recomendo de qualquer jeito!) e os três primeiros volumes da série Poderosa, do Sérgio Klein.


Mas se a gente for ver, olhem quantos escritores em potencial a gente tem só observando o tanto de fanfics boas por aí! Melhores que muitos livros lançados, inclusive. Mas vai ver se fantasia brasileira tem espaço no mercado editorial? É quase como se não existisse. E vamos lá, em grande parte somos culpados disso. Mas na real, como eu já disse antes, qual a grande diferença?

Mas voltando ao propósito inicial, a campanha te incentiva a ler 10 livros nacionais por ano e divulgar o trabalho deles, para expandir cada vez mais o gosto por literatura brasileira. Sabem de uma coisa? A maior faixa consumidora de livros no Brasil somos nós, jovens. Então acho que podemos fazer alguma diferença.

Ufa! Post grande hoje.

MINHAS PROVAS ACABARAM \O/

Tá, ignorem o ataque de felicidade, mas isso é um grande alívio pra mim :D
E é melhor eu ir porque ainda tenho que fazer as 6 redações que atrasei esse bimestre. ¬¬

Beijos!

ps.: Pra quem é fã de HP, ontem foi anunciado o fim de uma Era. Acabaram as filmagens das duas partes de Harry Potter e As Relíquias da Morte. Triste, né? 10 anos de muita magia que nunca vai acabar pros verdadeiros fãs. ♥

sexta-feira, 11 de junho de 2010

A menina que não sabia ler

Oi gente bonita, tudo bem? ;D
Hoje, graças a Deus é sexta feira, primeiro porque eu não agüentava mais acordar cedo a semana inteira pra ir pro colégio, e, segundo, porque hoje é dia da Dani linds postar 8) ok, ignorem a segunda parte – ou não, rs.

Então, eu ia postar sobre algo relacionado ao dia dos namorados, já que é amanhã – e eu não tenho um namorado, mas enfim, não vou mais postar sobre isso porque eu tenho que postar sobre um livro que eu acabei de ler hoje.

Faz uns dias mamis chegou toda serelepe de uma Feira do Livro, ou algo assim, e trouxe uns livrinhos super supimpas e coisa e tal. Eu li um dos livros que ela tinha trazido pra mim (que por sinal é bem divo – o primeiro da série Amanhã, eu gostei ok u.u) e achei que o outro nem ia ser “tão legal assim”. Mas eu fui ler igual né, porque eu tenho as mesmas chances de gostar ou não de um livro pela sinopse quanto Voldemort de convidar Harry pra tomar um chazinho na sua casa. Mas, continuando, o inicio é legal, mesmo eu tendo boiado em umas partes (mas isso foi por intercalar leitura - televisão - preguiça de voltar páginas por não entender). O que torna as coisas monótonas é a metade, parece que tudo está obvio demais, tipo, faltam 100 páginas pra acabar e você já ta com aquela sensação que descobriu o final – mas você não descobriu, meu caro repolho. Enfim, a história passa em 1891, Florence e o irmãozinho Giles, ambos órfãos, vivem aos cuidados da senhora Grose, a governanta de Blithe e mais alguns criados sob ordens de seu tio e tutor – que mora na distante capital.
Florence sempre havia sido proibida de aprender a ler ou freqüentar a biblioteca da casa, porque seu tio achava que ler modificava a personalidade submissa das mulheres da época. Mas, no entanto, "roubando" informações sobre algumas letras enquanto o velho John lê seu jornal, aprende a ler, e passa a freqüentar a biblioteca da casa escondida, confidenciando esse segredo apenas a Giles.
Giles, então, é mandado a um internato, e Florence passa os dias perambulando pelos corredores tediosamente e dando furtivas visitas a biblioteca. Nas férias de natal, Giles volta para casa expulso do internato, sob a justificativa de ser lerdo para os estudos. É contratada, então, a senhorita Whitaker, a preceptora que deveria orientar e ensinar Giles. Mas ela morre no lago :I – não estraguei nada ok? Florence fala isso no inicio do livro, continuando – então, é contratada a senhorita Taylor, uma nova e misteriosa preceptora.
Florence sabe que aquela mulher não tem boas intenções, e quer raptar seu irmão. Só não sabe porque. Cada vez mais, ela interliga seus sonhos misteriosos a respostas imaginadas tentando descobrir esse mistério.



E é isso, se eu contar mais eu falo a história toda (ou não, porque o final é muito surpreendente). Enfim, A menina que não sabia ler não tem grande vocabulário e nem descrições bombásticas, mas é lindo, lindo, lindo, triste, triste, triste, o final é incrível e eu não consegui ficar com raiva de Florence!

Beeeijos, até sexta que vem. :*

P.s: Sim, eu sei que não ficou o melhor resumo do mundo, mas eu não tive muito tempo.
P.s²: Meninas com namorados aproveitem muito amanhã, to nem ai u______u

sábado, 5 de junho de 2010

Os Instrumentos Mortais

Oi, pessoas! Mais um sábado chega, com a ilustre presença da Thaís pra animar vocês e -NNNN
Ok. Desculpem o atraso pra postar, mas é que o dia foi muito corrido pra mim!

Certo. Hoje vou falar sobre uma Trilogia que li, chamada Os Intrumentos Mortais, da autora Cassandra Clare. Os livros são, respectivavamente: Cidade dos Ossos; Cidade das Cinzas; e Cidade de Vidro.

É uma das melhores séries que já li! Vou fazer um pequeno resumo do livro 1, pra vocês terem uma ideia da série.



Tudo começa quando Clary Fray, a protagonista, vai a uma boate com seu melhor amigo, Simon. Só que lá ela presencia uma assassinato que só ela consegue ver, cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens no corpo. A 'pessoa' assassinada na verdade é um demônio, e os 'assassinos' são os Shadowhunters, Caçadores de Sombras, guerreiros dedicados à livrar o mundo de demônios.

Esse Shadowhunters que Clary encontrou se chamam Jace "sedução" Wayland (tá, esqueçam a parte do 'sedução'), e Alec e Isabelle Lightwood, que são irmãos.

Nesse mundo, há demônios, seres malignos e downworlders, seres meio humanos, meio demônios. São os vampiros, lobisomens, bruxos e fadas (sim, as fadinhas nem são tão bonitinhas aqui), que recebem a denominação de Crianças da Noite; Crianças da Lua; Crianças de Lilith e Povo das Fadas, respectivamente.

No mundo dos Caçadores de Sombras, eles têm seu próprio país (que, se não me engano, fica entre a Espanha e a França), Idris, e a capital é Alicante, também conhecida como a Cidade de Vidro.

Essas tatuagens que os Caçadores de Sombras têm são na verdade 'runas', e cada runa tem um significado. Por exemplo, uma das runas se chama 'iratze', que é a runa da cura. Se um Caçador desenhá-la no corpo, assim que for ferido, vai se curar. Não tão rápido, mas se cura.
Abaixo tem o desenho das runas.



E cada arma deles tem um nome de um anjo, tipo 'Ituriel', 'Raziel,' todos esses 'el' que você pensar. Isso porque, diz a história deles que o Grande Anjo, Raziel, que misturou seu sangue da Taça com o sangue dos humanos e com isso, criou os Nephilim, que pelo que entendi, são o mesmo que Shadowhunters.

Os Shadowhunters também protegem Os Intrumentos Mortais, que são: a Taça Mortal, a Espada Mortal e o Espelho Mortal.

Em um dia, Clary é arrastada pra um mundo que ela total desconhecia: ela tem que salvar a mãe dela que foi levada por Valentine, o grande "V" da história (super vilão. Ele é tão ruim quando Voldemort,sério), e sem querer, acaba descobrindo a história da sua família, (que eu não vou contar, porque aí perde a graça).

Enfim. Os livros têm muita coisa (são quase 600 páginas cada!), por isso não deu pra falar de tudo. A autora, antes de ser escritora de livros, era - e ainda é - uma das escritoras de fanfics mais famosas! Ela escreveu a Trilogia Draco: Draco Dormiens; Draco Veritas; e Draco Sinister. E o melhor, fanfics de Harry Potter! É, ela adora HP e até cita Dumbledore nos livros ("quem é mais forte: Dumbledore ou Magnus Bane?", assim está escrito. Magnus é um bruxo MUUITO legal que aparece, e totalmente homossexual. Eu amo ele <3)

A trilogia ainda não foi lançada no Brasil - mas será em julho, pela editora Galera Record *------* não vejo a hora e comprar.

Obs: Nem é mesmo uma trilogia, já que próximo ano a autora lançará mais um livro da série, chamado Cidade dos Anjos Caídos. E no fim desse ano, ela lançará The Infernal Devices, que também é desse mundo, só que passado no séc. XVIII.

Ah! E esse é o site oficial da série aqui no Brasil, pra quaisquer informações que quiserem: http://www.mortalinstrumentsbrasil.webs.com/

E se quiserem lera Trilogia Draco, no site oficial da série aqui no Brasil, tem um tópico só com o link das fanfics traduzidas :D

Obs - 2: Os livros têm muita luta, muita ficção, aventura, romance...tudo que eu adoro num livro! Não é à toa que Percy Jackson perdeu sua colocação de 3º lugar nas minhas séries favoritas, indo para a 4ª. Agora, é assim: Harry Potter; As Crônicas de Nárnia; e Os Intrumentos Mortais. Percy, só vem depois.

Obs - 3: Eu sei que não ficou Oh!-o-melhor-resumo-de-todos-os-livros-que-já-li, mas levem em consideração que hoje foi um dia cheio pra mim.

Tá. Beijos e até próximo sábado! ;*