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domingo, 19 de setembro de 2010

Pra ver

Olá descaprichetes divas *-*


Ok, essa saudação é tão old, e já falei em quase todos os posts.


Vim aqui pra dar duas diquinhas e mini resenhas de filmes pra a semana, mês, ano década, sei lá ( sim, só duas porque não tenho assistido muitos filmes ultimamente então, é isso aí). Um que eu gostei, e outro que achei relevante, Vamos lá.


Nosso Lar




A adaptação do livro psicografado por Chico Chavier, ditado pelo espírito de André Luís ( sim, o livro teria sido ditado pelo espírito de um cara morto - soa como pleonasmo, mas eu acho que existem espíritos vivos, tipo eu e você, mas sei lá). E mostra como é, segundo a crença espírita , o mundo espiritual, o que acontece depois que morremos e o que podemos encontrar por lá. Tendo como centro do enredo a história do autor do livro, André Luís, que após desencarnar se depara com um plano espiritual que ele si quer imaginava que existia, e entre pagar pelos erros cometidos em vida e se redimir praticando o bem, ele encontra um sentido maior pra tudo. Ele descobre que nós decidimos como será nossa vida quando encarnarmos novamente, tipo em que família nasceremos, e a planejamos, lógico que tendo os reversos da vida que podem atrapalhar nossos planos feitos em quanto espírito, mas mostra o poder da escolha pra tudo, e a lei do causa e efeito, que é tipo, tudo o que fazemos volta pra gente de um modo ou de outro seja na vida, ou depois dela. O filme também conta com efeitos, a nível nacional, diga-se de passagem, muito bem produzidos. O legal desse filme, é que como ‘Se eu fosse você’, ele faz sucesso fugindo do estereótipo de filmes brasileiro de ‘sexo - violência - sexo’, o que reacende as minhas esperanças para o cinema nacional, porque caso você não saiba eu serei uma atriz/roteirista/direitora de muito sucesso, e não quero  ter no meu país um cinema chinfrinha.



Resident Evil 4:Recomeço


Alice (Milla Jovovich) , que talvez você já tenha acompanhado os demais filmes da série, luta contra o arsenal de zumbis que passaram a atacar o mundo, e tem a missão de encontrar e proteger os poucos humanos que não estão infectados pelo vírus , e daí se desenvolve uma batalha e blablablá. Dá pra entreter e em algumas parte até assusta, mas eu achei um pouco decepcionante, principalmente para os adoradores do jogo, já que o jogo é tão mais lecal Ç-Ç. Acho que o diretor imprimiu cenas em câmera lenta em momentos desnecessário, tipo na batalha final,  ele aplica muito esse efeito quando o que o espectador mais quer é rítimo ~~acelerado~~. * ok, eu sou metida a roteirista/diretora e estou dando meu pitaco* , acredito que esse filme, que é baseado no jogo, precisaria desenvolver melhor o roteiro, deixando o desenlace do enredo menos previsível, ficou muito clichê, tipo que você sabe quem sobrevive, quem morre, e o traidor ( eu não tenho muita coisa contra os clichês, mas pô, é Resident Evil) . Tirando isso e o super vilão tirado a Neo de Matrix, que não assusta ninguém, é um filme legal ( em DDD 3D deve ser bem mais legal): começa com todo gás, mas flopa do meio pro fim, aí no fim acontece algo que te deixa curiosa pra ver o quinto filme. Não sei se isso é spoilers, mas falei.

Bjos e até semana que vem.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

You know you love me, xoxo

Ooooie! Hoje, pro azar de vocês (hahaha), sou eu, Thais, quem está substituindo a Joubs (ai que estranho chamar a Jujuba assim –q), enfim, aquela ruivinha marota que não pôde postar hoje porque viajou semana passada, tinha que estudar um monte de coisa, teve aula até tarde, os sites da Google (inclusive esse) não tavam funcionando, um monte de coisa e eu não vou ficar expondo a vida pessoal dela aqui e - zoa kkk
Hoje eu vou falar de Gossip Girl. Se você assiste ou conhece, fique feliz, a quarta temporada finalmente estreia no exterior (o que significa que amanhã ou quarta no máximo já vão ter episódios legendados disponíveis na internet, ou você pode esperar pela Warner, né, mas como eles já suspenderam a terceira temporada, vai demorar meses para estreiar a próxima, SE estreiar, né). Se você não conhece, leia aí, eu vou explicar.

Gossip Girl conta a história de estudantes de escolas de elite de Manhattan, NY na visão de uma blogueira anônima (a Gossip Girl, dã). Tudo começa com a volta de Serena van der Woodsen, que fugiu misteriosamente da cidade para um internato e a nova vida que seus amigos estão levando: Blair Waldorf, sua BFF~* fica surpresa com seu retorno e passara esse tempo todo fazendo todos esquecerem de Serena enquanto ela era a nova rainha do Upper East Side. Nate Archibald, seu antigo amor, namora Blair, mas não a esqueceu, e completa-se o grupo com Chuck, seu prepotente amigo de infância, e os irmãos Dan e Jenny Humphrey, até então apagados, pois não participam da alta-roda. Também há a socialite Lily e o problemático Erik, mãe e irmãos de Serena, e Rufus Humphrey. A série é baseada nos livros de Cecily Von Ziegesar.

Da esquerda para a direita: Chuck Bass, Nate Archibald (o loiro), Dan Humphrey, Blair Waldorf, Serena van der Woodsen (em pé) e Jenny Humphrey (na grama). 

Agora, a quarta temporada!

CONTÉM SPOILER. Blair e Serena estão curtindo Paris com garotos, quando, por acaso, encontram Chuck, após ter sido baleado, com uma outra mulher. Blair e Chuck terão de enfrentar o que aconteceu e se acertar, enquanto Serena, que tá na pista, decide-se sobre qual dos dois amores passados irá ficar: Nate ou Dan. Enquanto isso, Nate bebê Q está farreando com uma nova garota em NY enquanto pensa em Serena e (receeeeba, otário!) Dan resolve o drama da paternidade com Georgina (ele vai mesmo ser pai!). E, como sempre tem aquele festinha básica pra todo mundo se matar, o Fashion’s Night Out tá sendo planejado. P R O M E T E.

Blair e Chuck discutindo a relação em Paris. 

O que eu mais gosto em Gossip Girl é o fato de, apesar de todo aquele mundo quase irreal, os personagens são humanos. Blair, que supostamente seria a vilã, é fascinada por grifes, adora jogos e maldades, mas no fundo, é uma pessoa boa. E PARECE COM A JOHANA (você pediu q). Chuck é sua versão masculina e galinha, mas maravilhoso, nem tem o que dizer. Serena é toda GLAMOUROZA, mas, no final, só quer se divertir. Agora o Nate, sem comentários... ele parece comigo, sabe? Então tá explicado por que ele é tão maravilhoso. QQQQ

Gostou, NÃO GOSTOU? Comenta aí! Desculpem se tiver alguns erros, é que eu acabei de fazer! kkk Até quinta que vem, beijos gente!!

PS.: O NATE É MEU. ALOK 

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Got a secret, can you keep it?

Olááá! Aqui é a Thais, substituindo a Luna, já que ela está de mudança, boa sorte querida! Por favor, gente, não me confundam com a Thaís que posta aos sábados, acho que ela se sentiria ofendida =( tadinha


Então, vou falar de uma das melhores coisas que já inventaram, depois de mim e da world wide web: séries de TV. Assim, sou muito mais séries que novelas, novelas são para pessoas com faixa etária acima de 30 anos qqqq brimks, nada contra quem assiste né, é só que eu não tenho paciência pra ver todo dia... e se for uma que tenha promessas inestimáveis como o grande Fiuk, por exemplo, fica mais empolgante ainda... ZzZ

Uma série que anda fazendo um sucesso grandinho até (strondando nas night~) é Pretty Little Liars, do canal americano ABC Family. Ela foi baseada nos livros da autora Sarah Shepard, então, se você for todo apressadinho e quiser um spoilerzinho básico (assim como eu), sinta-se à vontade. É tipo polêmica, dá até um medinho às vezes pelo suspense, tem desde a certinha que vira lésbica até a aluna que pega o professor.

Emily, Aria, Spencer e Hannah

Essas quatro garotas desconhecidas no colégio (Aria, Spencer, Hanna e Emily) foram escolhidas por Alison, a DIVA POP [/Jujuba], para serem miguxas e têm um segredo que, se for revelado, fffuu pra todas. Só que a Alison desaparece misteriosamente~ e elas vão cada uma pro seu quadrado, porque na real, nem eram tão amigas assim, eram mais capachos mesmo. Q


Depois de quatro anos não se mandando nem presentinhos na Colheita Feliz, elas passam por diferentes situações em sua vida: a Aria fica com o professor de Inglês, invejinha dela, OU NÃO, porque o Mr. Fitz é realmente HORRÍVEL... Devia ser proibido uma coisa daquelas participar do seriado... Ai ai. Ela também esconde da mãe que viu seu pai pulando a cerca; a Emily pura até depois do casamento, que se envolve com a nova vizinha super cool que dá uns tapas na pantera de vez em quando e um garoto recém-chegado da rehab, suspeito por elas pelo caso Alison e cara de louco psicótico; a Spencer, que também fica com o namorado bonitinho da irmã mais velha chata pra porra ops/, com o funcionário do clube de tênis e usa a redação da mana pra ganhar um prêmio da escola e mostrar por que ela tá no comando; e Hanna, a típica loirinha da cara de anjo, mas só a carinha... Tá, ela não é tão má assim, exceto que esconde que tomou diet shake (ok, -n) e ganhar o bobão do Sean por quem era apaixonada desde sempre. Ela tenta fazer de tudo com ele (tudo mesmo hehe, e sim, é isso que você está pensando), mas ele... não quer. :/ Que peninha dela. Além disso, ela dá uns ataques de rebeldia geniais tipo roubar o carro dele, entre outras coisinhas pra deixar a mãe doidinha.


Aria e Fitz: pegou o fruto proibido, hein? (Ok, ele não é muito fotogênico).

Mas não acaba por aí. Alguém anda lhes mandando SMS para falar que sabe desses dirty little secrets. Uma dica: assina como “A”. Bu! E agora, quem poderá nos salvar?


Enfim, é uma série bem boa (principalmente pra quem, como eu, está sofrendo com o intervalo de Gossip Girl que só volta em setembro D=), é viciante. Até a musiquinha de abertura é boa, coloquei no título kkk (pra quem quiser dar uma conferidinha bacana, é The Pierces - Secret q). Beijos, T. q

PS: gosto que me mandem presentinhos na Colheita Feliz! :D

Ah, obrigada às queridíssimas Natuzinha e Joaninha, uma por me aguentar no MSN e a outra por ter perdido seu precioso tempinho pra me dar um toque e -s xoxo

domingo, 11 de julho de 2010

Artrópodes, vampiros, teorias e aleatoriedades.

OIEEEE galera diva da família ~descapricho~~ -N

Bárbara aqui, pra alegrar o seu domingo de férias \oo/ - Menos o meu, porque HÁ, eu não estou de férias! E tenho que estudar antes que eu tenha uns 200 módulos acumulados e


Ok, tipo, eu fiquei decepcionadíssima essa semana, porque obviamente eu estava preocupada demais tirando o atraso dos meus estudos (funções, YAAAY), e não pude ir ver com meus próprios olhos o fenômeno maaaster mundial que parou o mundo semana passada: ECLIPSE




WTFF?!


Tá, não esse Eclipse, o FILME Eclipse, com a Kristen Stewart e o Robert Patinho Pattinson. Então, vocês não terão meu post com a bendita resenha, porque bem, FAIL pra mim, né. E eu também não consegui baixar a tempo, porque estava muito entretida vendo a terceira temporada de Grey’s Anatomy, risos.


Aliás, Grey’s Anatomy é uma série MUITO boa, MUITO. Recomendo milhões de vezes, principalmente pra quem tá de férias e sem nada pra fazer, porque são, bem , 6 temporadas até agora.. É basicamente a história de vários estudantes de medicina fazendo o seu internato (uma parte de aprendizado que vem após a faculdade) em um hospital renomado em Seattle. Tem a Grey, a Christina, o George, a Izzie... E enfim, se eu for contar a história vai ficar sem graça, então baixe e veja, porque é viciante. Sem contar que a partir da 2ª temporada é que a coisa começa a pegar fogo e *----*


Ok, esse não é pra ser um post sobre Grey’s Anatomy.


Na verdade, pra compensar a minha promessa de ter uma resenha de Eclipse, eu queria falar sobre algo que eu descobri essa semana sobre Crepúsculo e que me deixou pistache: Os vampiros da Saga Crepúsculo são nada mais nada menos que evoluções de ARTRÓPODES :O


Fãs de Twilight: NÃO ME MATEM! Vocês vão ver que TUDO faz sentido e é cientificamente explicado. Tanto é que não vou fazer nenhuma zoação aleatória com os fãs ou com a Meyer, porque é tudo sobre a ciência aqui, ok?


Pra começar, artrópode é um filo (família de animais – uma coisa que você vai aprender nos anos de ensino médio), que compreende insetos, aranhas, enfim, bichinhos nojentos. Mas como eu disse, os vampiros são uma evolução (seleção natural, etc.) de Artrópodes. Então deixa eu falar o porquê:



1º- Eles são de uma espécie diferente, o que é dito inclusive nos livros. Ou seja, não são humanos. Ponto de partida.


2º - Eles bebem sangue, mas não possuem nada vermelho dentro de si. O que eles têm é um monte de fluídos diferentes, e o sangue serve pra dá-los energia, com toda uma tranformação que ocorre no estômago, etc.
 Artrópodes possuem sangue, mas com tão pouca quantidade de células que ele possui outro nome e é chamado de hemolinfa. Só pra constar, nos aracnídeos (aranhas hihi) e crustáceos (camarão, caranguejo...) o sangue é responsável pela respiração, ou quase isso. O que importa é que isso explicaria o fato do Edward não ter que respirar como nós. E de ter que se alimentar de sangue, mas não possuí-lo no corpo do mesmo jeito que humanos.


Vai me dizer que não tá começando a acreditar? *-*


3º - Os vampiros de Crepúsculo são incrivelmente rápidos, possuem a pele gelada, e são muito, muito fortes. Agora eu conto qual é o segredo: exoesqueleto de quitina. WTF? Tá, essa é a melhoooor parte, porque explica inclusive o fato deles não terem que tomar banho ou beber água, terem a mesma idade pra sempre e brilharem no sol! *-*
 Exoesqueleto de quitina é o esqueleto externo dos artrópodes, feito da quitina (oooooh), um material MUITO forte e rígido, impermeável, que reveste todo o corpo e nas articulações se torna mais fino e flexível para possibilitar o movimento. Ou seja, sabe o brilho no sol? Nada mais que quitina refletida. Ser incrivelmente forte, frio e durinho? Camada de quitina. Ter a mesma idade? O exoesqueleto é inflexível, ou seja, não permite o crescimento a não ser que sejam realizadas trocas constantes de pele – coisa que o vampiro, por ser uma evolução, não faz. É tudo culpa da quitina!


4º- E pra explicar como os humanos viram vampiros e o processo doloroso de transformação:
O vampiro vai lá e morde a pessoa pra conseguir o sangue dela, certo? Enfim, ao fazer isso, eles injetam um “veneno” na veia do humano. Esse veneno aos poucos evolui para algo como um câncer que em um processo demorado se alastra pelo corpo, até que a transformação é completa. Pronto, temos um novo vampiro/artrópode no mundo! YAY

 Te peguei, Carlisle Cullen.

 
Viram como FAZ sentido? Tenho certeza que a Stephenie Meyer pensou nisso, mas não quis divulgar pra ver se uma pessoa sabida como eu sacava as mensagens subliminares, HÁ A_A


E toda aquela história de que o Robert Pattinson ia ser o novo Homem-Aranha como estava sendo divulgado e tal, tudo uma grande mensagem subliminar... Mas afinal nem vai ser ele o novo Peter Parker ainda bem e sim esse carinha aí:

Andrew Garfield, 27 anos. Vai interpretar o Peter Parker no colegial. Será que consegue superar o Tobey McGuire? Difícil...


Tá, enfim, eu sei que vocês gostaram da minha teoria da conspiração. :D


E desculpem pelo post atrasadinho, viu, mas eu já comecei até as minhas pesquisas pro meu post de semana que vem que é sobre bullying, como tinha prometido. Por falar nisso, quem ter algum caso com isso, e principalmente, quem já praticou (quero mudar um pouco o foco) pode mandar um e-mail pra descapricho? Tem ali na barrinha do lado, é só digitar “oi quero falar sobre bullying” e eu te faço perguntinhas marotas *-*


Ou você pode ir na própria comunidade da capricho (não, você não leu errado) e upar o tópico que eu fiz sobre o assunto. Tem umas histórias bem tensas lá, já. :/


E outra coisinha:






Como nós da equipe ainda não decidimos nada concreto, vocês ainda tem tempo de votar no que preferem. Por enquanto tá ganhando “várias temporárias, por semana” :D


Post beeem aleatório esse hein? HAUHSUAHSU
 Beeeijos!

sábado, 3 de julho de 2010

Fazer ou... quebrar?


ALÔ, GALERA DE CAUBÓI! ALÔ, GALERA DE PEÃO! Quem faz do rodeio, bate forte com a mão. (h'
Ok.

Hoooooooje eu, Blanca Aleksandravicius, falarei duma série americana que vi (há um tempo considerável),  na casa da minha avó, bebendo seu incrível café. Se chama...

Passa na ABC (er) nos EUA e na Boomerang aqui.

Tive a sorte de pegar o 1º episódio. Curti, pedi pra meu pai baixar (não tenho TV paga, amiga... É o jeito). Vi o 1, legal. O 2, 3, 4... Não lembro até qual eu vi (mas foi quase toda a temporada), só sei que meu lado crítico se eriçou como o meu cachorro latindo. Rawr. Para vocês entenderem os diversos motivos, aqui vai uma foto das atrizes principais e o nome de suas personagens:

Lauren, Emile, Payson e Kayle.

Antes do meu ataque, expliquemos: essas 4 bonitas garotas "estudam" na Rocky Mountain, e fazem Ginástica Olímpica. A Emile é a estrela mais brilhantes, digamos: foi do Canadá para uma das melhores academias dos EUA, enfrentando grande dificuldade de adaptação. Ela é bonita, alta e magra, fazendo essa loira Lauren morrer de inveja. Nesse contexto, surgem problemas: a mãe de Emile é super esquecida e nunca lembra de buscá-la, além de ter problemas com namorados. A Lauren tem uma mãe ausente, Kayle namora - ato proibido na academia - o garoto mais bonito de lá, criando certos problemas e Payson é focada exageradamente nos treinos, esquecendo das outras coisas da vida.

Agora os porquês de eu ter ficado eriçada (ui):

1) Elas não tem um físico bem, hm, compatível com o que deve ser.
Ginastas são o que, gente? Musculosas! Tês ombros largos, pernas definidas, braços ídem. Olhe de novo para a foto - você vê algum músculo definido nelas? Eu não, pelo menos. Não me diga que a Payson até é musculosa, o que ela tem são ombros largos. As meninas são magras, Kayle e Lauren berando gostosas.

2) Os tais "problemas" são clichês demais.
Pombas, tirando o caso das mães de Lauren e Emile, os outros problemas são basicamente adaptações para um contexto forçado: todas, exceto Emile, são estressadinhas. Lauren e Kayle brigam direto, roubam-se namorados. Há o caso da virgindade delas, problemas com os pais e a coisa toda. Payson até é uma exceção: há um problema sério no roteiro dela, lá nas Nacionais: ela força demais os músculos e, para não sair da competição por causa da dor, acaba usando um tipo de remédio não muito recomendado. Isso é problema de ginasta. É nisso que eles deveriam focar, e não tornar namorados a problemática principal.

Caramba, só falei mal. Tudo tem qualidades e defeitos. A série não é muito bem adaptada, mas eu comecei a ver e investi até quase acabar a temporada pois...

1) Não e algo cansativo.
Esse ponto é bastante pessoal, já que eu, Bramks, não curto séries agitadas por um motivo: odeio legendas. E séries agitadas têm termos difíceis, como em CSI, ER, Lie to Me (essa eu amo, mas isso é outra  história). Sério, não tem coisa que me irrita mais em ver TV estrangeira do que ter que olhar pra baixo a casa frase do cidadão. E essa não tem um vocabulário tipo "uau", dá pra acompanhar. Então eu botava as legendas em inglês e só olhava pra ela quando não entendia o que o cara tava falando.

2) O inglês dos atores não tem sotaque.
Não que eu tenha identificado, pelo menos. É ótimo pra quem está começando a assistir filmes sem legenda, pois é esse inglês que ensinam nos cursos (americanos). Nem a turminha canadense tem um diferencial maior. A atriz que interpreta a mãe de Payson, aliás, fala exatamente como ensinam nos cursos. A pronúncia, mesmo (eu adorava quando ela aparecia em cena, dava pra entender tudo. Me sentia A maior -n).   Se você quer começar a ver séries sem legenda e não sabe qual é a melhor, veja Make It.

3) As "manobras" são tuuudo de bom!
Fala sério, nisso eu me rendo: o que eles mostram de meninas competindo é bem grande. Nas barras, no chão, tudo. E eu acho ginástica artística algo super lindo, portanto foi o que mais me segurou vendo a série.




Então, descaprichetes: ficaram curiosas? Querem mesmo ver Make It? Vejam os primeiros episódios e me contem o que acharam. E, se já viram, comentem agora. Não fiquem de mimimi se não concordam com as críticas ou elogios que fiz, podem até cuspir em mim que tou levando numa boa. Brinks, tenham um mínimo de educação, por favor.

BEEEEEIJO GRANDE! Fazer ou quebrar, esse é a minha senha! -n

Much love,
Blanca Aleks.

--

PS fora total do assunto do post: O site Meg Cabot BR tá fazendo uma promoção muito legal: você concorre aos livros Ela Foi Até o Fim e Cabeça de Vento. Sim, se você ganhar, leva os dois de uma vez! Então participem, porque é só até semana que vem. o/

sábado, 19 de junho de 2010

"Oooh, baby, baby, it’s a wild world"

OLÁÁ!!

Semana supimpa essa, não? Choveu tanto aqui, fiquei tão feliz, adoro chuva... Aí chega o sábado ensolarado, e a Tati quebra barraco aqui –N vem escrever um post pra vocês toda sonolenta, por causa de seus embalos se sexta à noite, rs

Na primeira postagem do blog, da Bárbara, lá nos recados uma leitora chamada maria pediu pra nós falarmos um pouco sobre Skins, que é uma série inglesa. Como o pedido dos leitores é uma ordem, hoje vou falar sobre Skins. (:

TUDO o que eu sei sobre Skins é baseado na primeira temporada, aí é por isso que só vou falar sobre os personagens da primeira temporada e algumas coisas da história.

A série conta a história de um grupo de amigos de uns 16 até 18 anos, que mora em Bristol, e que vivem se metendo em confusão, drogas e muito sexo. A primeira temporada é basicamente uma apresentação aos personagens, em que você conhece suas personalidades e defeitos. Tem uns 8 episódios e cada um é sobre a vida de um personagem.

Agora vou falar um pouco dos personagens:



Da esquerda pra direita: Anwar, Maxxie, Jal, Cassie, Tony, Michelle, Syd e Chris.

Tony: ele é o líder da turma. Esse aí não tá nem aí pra ninguém (pelo menos foi o que me pareceu), e a única pessoa que ele se importa é a irmã. Namora com Michelle, mas paquera a vizinha,rs. Logo no primeiro episódio ele quer porque quer fazer o amigo Syd perder a virgindade.



Michelle: também conhecida como Nips (algo como ~~mamilos~~). É linda de morrer, e Syd é apaixonado por ela. Além de bonita, Michelle é esperta.


Syd: aiiin, Syd é meu favorito! Ele é o melhor amigo de Tony, e Tony vive fazendo ele de otário. Hm, ele é louco, morre de amores por Michelle, mas como ela não corresponde, fica só na dele. Tem uns momentos bem engraçados que ele acha que Michelle tá dando mole pra ele,hihi...

Quem pensa que ele vai ficar com Michelle? Preparem-se para ver...

Cassie: ela é muito doida, adoro ela.Também é muito frágil, anoréxica, autoestima zero, mas tem um coração de ouro.

Chris: eu acho Chris um dos mais engraçados da série. Carrega um caminhão pela professora Angie, e acaba se envolvendo com ela.

Anwar: ele é mulçumano, e a família quer que ele estude o alcorão, mas não é como se seus interesses fossem muito espirituais...

Jal: é uma clarinetista super talentosa, e também melhor amiga de Michelle.

Maxxie: tem muito talento com os pés e as mãos, e é gay. A amizade dele e Anwar é colocada a prova por causa de sua sexualidade.

Esses são os principais personagens da primeira temporada. Vendo assim, pode parecer uma série idiota, só que não é bem assim. Claro que não é NADA bestinha, mas quando você assiste e passa a conhecer cada personagem, você acaba se envolvendo na história deles, torcendo, se decepcionando, parece que você tá vivenciando aquilo. O legal da série é que não é nada daqueles seriados em que todos são maravilhosos e só sabem curtir e tal. Não, é bem diferente: cada um deles tem uma história independente, seus problemas, suas famílias. Tá, eles usam drogas. Mas acho que é isso que os produtores quiseram mostrar, que a juventude não é perfeita e que sim, fazem muita merda, como, hm, usar drogas.

A série foi indicada ao prêmio BAFTA, que é de super pretígio na Inglaterra.


A temporada acaba com todo o elenco cantando “Wild World”, do Cat Stevens. (o nome do post é uma por causa dessa música)

Obs¹: Os produtores decidiram que cada geração de personagens deve durar apenas duas temporadas, que é o necessário para conhecê-los e aprofundar-se. Por isso que a partir da terceira temporada, os atores mudam.

Obs²: gente, dia 29 eu vou viajar (vou pro parque de HP, nem acredito, to SURTANDO!), e como não vou poder postar por causa dessa viagem, convidei uma amiga minha e das meninas pra me substituir: a Blanca (também conhecida como Blanca de Neve, Blanquela, Blanquitcha, Blanks, Pleta e derivados).

A Blanca de Neve é uma pessoa ÓTIMA, todas nós a adoramos, e foi super legal e aceitou ficar no meu lugar por enquanto. Ela arrasa e vai cuidar direitinho dos posts de sábado, cês vão ver. Vai que é tua, pleta!

Eu não sei se vou poder postar próxima semana, porque é feriado e talvez eu viaje. Caso eu não post, beijos e até daqui um mês (me desejem boa viajem!);*

domingo, 13 de junho de 2010

Don't stop believing!

OIIIE!

Nesse domingo pós dia dos namorados – casais apaixonados, solteiros vivendo sua vida normalmente, corações vermelhos gigantes estampados nas lojas... nada realmente importante, rs – Eu resolvi postar sobre duas coisas totalmente opostas: uma que a leitora Luana sugeriu e outra que eu já havia prometido há algum tempo, e agora simplesmente pareceu certo publicar.

Pois é, primeiro de tudo, vamos falar de GLEE!


Caso vocês já sejam fãs da série, sabem que essa semana foi ao ar o season finale da 1ª temporada, e agora só teremos mais músicas dicas em Setembro #mimimi.

MAS, eu não posso deixar de comentar que aquele último episódio foi SENSACIONAL, e bem, vou falar mais do que achei pro final, com a devida marcação de spoilers :D


Enfim, pra você que está boiando:

Glee é uma série musical, produzida pela Fox. Começou a ser exibida ano passado e já faz MUITO sucesso no mundo inteiro. Trata-se de um grupo de coral, comandado pelo professor Will Schuester, que faz de tudo para que o clube volte a ser o que era antigamente. Mas é uma tarefa difícil, porque a reputação do Glee é bem, hm, zero.

Mas sinceramente, o legal da série não é a história. Quero dizer, É. Só que e diferente, porque o diferencial de Glee está no modo em que as coisas acontecem, de que os personagens agem, etc. Resumindo, os roteiristas pegaram todos os clichês possíveis (A líder de torcida, o capitão do time, o amigo gay, a excluída) e os transformaram em personagens reais. Porque, sinceramente, a série é feita de estereótipos, mas eles revertem isso de uma maneira muito legal. Porque a líder de torcida não é má, pelo contrário; O capitão do time é um idiota (apesar de eu amá-lo, Finn ♥ ); a excluída é insuportavelmente mandona e bem egoísta. E têm os outros, cada um mais estereotipado que o outro, mas com características tão reais e cômicas que não tem jeito de NÃO amá-los. Nem a Sue Sylvester, que consegue ser a vilã mais sensacional e sarcástica, com um grande coração.

E tudo isso é apresentado com muita comédia, sarcasmo e músicas ótimas, o que deixa a coisa melhor ainda. As apresentações emocionam muitas vezes de tão lindas.
E o estilo das músicas é o mais variado possível, o que é muito legal. Os roteiristas as vezes têm sacadas ótimas, e NÃO, NÃO É COMO HIGH SCHOOL MUSICAL.

Que fique bem claro. Quero dizer, que fala isso não deve ter visto nem o primeiro episódio da série, porque de cara já parece algo completamente oposto. Não é nada politicamente correta e nada “juventude feliz e inocente” também. Tanto é que um dos dilemas da primeira temporada é uma estudante grávida e seus conflitos familiares. Mas quem sou eu pra dizer, já amei HSM um dia... (bons tempos hahaha)

Bom, acho que já falei o bastante da série em si, agora preparem-se para os spoilers e minha opinião sobre o último episódio da temporada: [SPOILER]

Cara, sério, AMEI!


E me emocionei também. (novidade...)


Achei que o Vocal Adrenaline mereceu ganhar, mas fiquei com pena do Glee... Pirei naquela apresentação deles. Aquelas cenas do parto da Quinn com a música deram um efeito muito legal. E o Jesse fdp maravilhoso cantou maravilhosamente bem, como sempre (aaah, como queria que ele fosse personagem fixo da série!)


O Finn que nessa parte da temporada tava cada vez mais sedutor então, nesse episódio arrasou hahaha. Aquele eu te amo foi tão inesperado e sincero... *-*


O mesmo se aplica ao Will, se declarando pra Emma, que tava toda corajosa gritando com o diretor. Adorei!


Enfim, gostei bastante do final. E achei que deu bastante enredo pra próxima temporada. O Glee perder fez a coisa ficar um pouco mais realista, porque vai, a apresentação deles foi mesmo linda, mas o VA fez muito bonito com Bohemian Rapsody.
Mal posso esperar por Setembro... AAAH! [/SPOILER]


Enfim, agora vou parar de falar de Glee e ir para o próximo assunto, tão legal quanto esse, eu diria. Eu já tinha pensado em fazer um post dobre isso e a sugestão da Luana caiu como uma luva. E o caso simplesmente é: livros brasileiros.


Sendo sincero, você já leu livros nacionais além dos clássicos exigidos para o vestibular? Atual mesmo, de literatura juvenil, fantástica ou qualquer outra coisa. A questão é que simplesmente não há um incentivo entre os jovens (e até entre os adultos, porque não) a lerem coisas nacionais, sabe. A apreciarem a cultura brasileira inclusive nos livros.

E então o blog literalmente falando junto com alguns outros decidiu lançar uma campanha para começarmos a ler mais livros nacionais.
É fato gente, sem consumidores as editoras nunca vão dar muita abertura a novos escritores brasileiros, principalmente que falem sobre temas muito mais reconhecidos internacionalmente, como fantasia. E é realmente uma pena, porque tem muita gente boa e criativa SIM por aqui. E por que necessariamente os padrões americanos/ britânicos de uma história são mais “legais”? Por que uma história passada em São Paulo ou em Curitiba não pode ser tão legal quanto uma passada em uma cidade do interior dos EUA?
Sério, não vejo muita diferença, além dos nomes.

E mesmo falando isso, até hoje eu não tenho muitos livros brasileiros na minha estante, além dos que tenho que ler esse ano pro vestibular. Quero dizer, Machado de Assis arrasa, mas e as coisas novas? Confesso que só tenho “A Marca de Uma Lágrima” (que já não é lá tão novo... mas recomendo de qualquer jeito!) e os três primeiros volumes da série Poderosa, do Sérgio Klein.


Mas se a gente for ver, olhem quantos escritores em potencial a gente tem só observando o tanto de fanfics boas por aí! Melhores que muitos livros lançados, inclusive. Mas vai ver se fantasia brasileira tem espaço no mercado editorial? É quase como se não existisse. E vamos lá, em grande parte somos culpados disso. Mas na real, como eu já disse antes, qual a grande diferença?

Mas voltando ao propósito inicial, a campanha te incentiva a ler 10 livros nacionais por ano e divulgar o trabalho deles, para expandir cada vez mais o gosto por literatura brasileira. Sabem de uma coisa? A maior faixa consumidora de livros no Brasil somos nós, jovens. Então acho que podemos fazer alguma diferença.

Ufa! Post grande hoje.

MINHAS PROVAS ACABARAM \O/

Tá, ignorem o ataque de felicidade, mas isso é um grande alívio pra mim :D
E é melhor eu ir porque ainda tenho que fazer as 6 redações que atrasei esse bimestre. ¬¬

Beijos!

ps.: Pra quem é fã de HP, ontem foi anunciado o fim de uma Era. Acabaram as filmagens das duas partes de Harry Potter e As Relíquias da Morte. Triste, né? 10 anos de muita magia que nunca vai acabar pros verdadeiros fãs. ♥

quarta-feira, 2 de junho de 2010

olhos enormes, voz fina e muita diversão -Q

Hello!

Hoje é uma linda quarta-feira e, bem, podem ler a próxima Bíblia que escrevi especialmente pra vocês, meus amorecos. O assunto de hoje não é super sério, nem é um dos e-mails enviados pra gente (lamento por isso, mas eu prometi esse post desde que a Desch foi criada. Vocês me entendem, né?). Mas é um assunto que foi bem pedido e eu percebi que muitas meninas gostariam de ver. O assunto é, basicamente, anime.

E realmente peço perdão por ter postado mais tarde sem avisar sobre isso. Tive imprevistos tendo que sair antes para fazer algumas coisas, por exemplo. Mas não se preocupem, eu não iria ficar sem postar e não avisar, não é? :)


Nadia, de El Cazador de La Bruja

O que é anime?

Anime é um desenho japonês. Costuma ser uma série de episódios que contam uma história e cada episódio dura entre 23 e 30 minutos, sendo o formato consagrado pela mídia. Geralmente os animes tem 12/13 ou 23/26 episódios. Alguns chegam a mais de 90 episódios (geralmente os que fazem bastante sucesso). E há aqueles que possuem mais de 200 episódios! De certa forma, você pode pensar em anime como "série japonesa". Sabe as séries americanas? Elas não possuem um padrão (número de episódios por temporada, duração do episódio) e diversidade nos temas abordados? Imagine elas em desenho, se passando no Japão. Pronto, conseguiu imaginar um anime. Maaaas isso não quer dizer que todo anime seja uma série, lembre-se. Pode ser um filme, por exemplo.

Muitas pessoas lembram de anime somente por causa de Dragonboll Z e acham que desenho é pra criança. É uma mentira tão deslavada que eu me pergunto se alguém ainda acredita. Espero que não. Os animes podem se estender desde para bebêzinhos cute-cute até para idosos que viveram muito. Geralmente tratam do cotidiano japonês, porque, dã, é japonês (maaaas há uns que tratam de outros universos paralelos e de outros países também. Já vi um que se passava no México!). E há uma diversidade absurda de temas a serem tratados - e nem sempre estão preocupados com a verossimilhança da coisa.


"Obrigada por cortar fora a porra das minhas pernas!" (Claymore ♥)

Além disso o anime é famoso pelas caricaturas de pessoas. Olhos gigantes, lágrimas virando rios, íris avermelhadas ou pegando fogo, braços se movendo, tudo vale para representar as emoções. Diz a lenda que os japoneses gostam tanto de representações humanas com olhos gigantes porque eram míopes e não conheciam o vidro, daí nasceu o kabuki com as máscaras fixas e... OK, OK, FOCO. Vamos parar de enrolação - até porque eu não tenho comprovação dessa história - e afirmar o lugar-comum. Aparentemente os olhos grandes vem do cara 'pai-do-mangá', o Osamu Tezuka que foi influenciado pela estética ocidental. Quem tá falando isso é o meu Almanaque Shoujo Manga - O Poder da Sedução Feminina, não eu.

Acho que já pegamos as características básicas, né? Estamos falando do significado ocidental, ok? Porque 'anime' simplesmente, no Japão, significa TODOS os desenhos animados. Enfim, passando para o próximo tópico!

Como ENTENDER um anime?

Não estou falando de interpretar histórias. Estou falando de termos como classificações que, entendo, a gente demora pra pegar o que significa. Um pequeno glossário pra você nunca mais baixar anime achando que era shoujo kawaiiiii e descobriu que é um belo de hentai total yaoi, né? Agora diga: Arigatooo, Luna-Saaama -tá, isso foi maldade.

As palavras mais comuns, ok? Achei uns glossários na net que devem estar de sacanagem. Eu nem sabia que tinha um termo (gekigá) pra descrever mangás mais dramáticos, experimentais e adultos!

Hentai: é perversão. Literalmente. Sabe filmes pornôs? Igualzinho, em desenho.
Yaoi: indica relacionamento homossexual entre dois caras. E, sim, será hentai.
Yuri: mesma coisa que yaoi, mas em relação a duas mulheres.
Shoujo: mangá/anime voltado para meninas (histórias colegiais, romances)
Shonen: mangá/anime voltado pra meninos (histórias com lutas sangrentas e etc)
Ecchi: difícil de definir. Sabe um anime que tem MUITAS insinuações sexuais como seios, poses pervertidas e olhares indiscretos, mas não mostra o ato em si, nem nada. É um anime ecchi.
Mangá: HQ lida de trás pra frente, geralmente inspiradora dos animes.
Shoujo-Ai: indica relação homossexual entre duas meninas. Mas que NÃO é hentai.
Shonen-Ai: relacionamento homossexual entre dois caras, mas não é hentai.
Cosplay: trajar-se de algum personagem de mangá/anime (mas pode ser aplicado a livros, filmes e jogos. Como cosplay de Harry Potter). Muito comum em convenções onde pessoas se reúnem fantasiados de seus personagens preferidos e é comum, inclusive, concursos do cosplay mais bem-feito!
Josei: mangá/anime voltado pra mulher adulta.
Live Action: designa-se assim qualquer produção que utilize atores. Sabe Jaspion? Power Rangers? Live Action!
Otaku: no Japão é um termo pejorativo pra pessoas nerds demais. No Brasil é designação comum para as pessoas que curtem anime e mangá.
Mangaká: o criador do mangá. Muitas vezes o mangá é feito por uma equipe e, sim, sofre interferência de uma editora. Mas o mangaká continua sendo responsável pelo roteiro e pelo traço, sendo ajudado - várias vezes - por assistentes.
OVA: pra mim sempre foi como um 'extra' do anime. Sabe os episódios 'especiais' que não constam na lista normal de episódios? São OVAs (Original Video Animation).
Filler: descobri o que significa isso hoje, deixe-me compartilhar! Um anime segue um mangá, certo? Mas há um período que um anime tem que enrolar alguma coisa para que o mangá saia e assim tenha história (já que mangá pode demorar meses pra sair, um anime não pode). Então o que as produtoras fazem? Enchem a linguiça: filler! Mas tecnicamente é uma série de acontecimentos que não fazem parte do mangá original.

Há muito, MUITO mais termos. Mas isso te deve dar uma base pra, pelo menos, não baixar um anime que veio contrário ao que você desejava (eu baixei School Days esperando por um anime fofinho e kawaii porque não sabia o que significava 'ecchi'. E eu vi um anime quase pornográfico, é).


banho termal entre garotas em Love Hina. hm.

Ah, sim, acho legal você saber disso. Os japoneses tratam uns ao outros com sufixos no final do nome/apelido. O sufixo não é um nada, ele indica a proximidade com a pessoa chamada. Vamos ver uns exemplos?

-san: é o mais usado, usado entre pessoas que não tem muita proximidade.
-dono: é bem mais formal que o '-san'. Kenshin, de Rurouni Kenshin, chamava Kaoru de 'Kaoru-dono' que era traduzido pra 'Senhorita Kaoru' na legenda.
-sama: você só se refere 'fulana-sama' para pessoas muito, muito, MUITO foda. Tipo o Presidente da CIA, Imperador do Japão ou o próprio Deus.
-kun: amigos íntimos da mesma idade. Mais comum em garotos.
-chan: igualmente para amigos íntimos ou pra pessoas mais novas. Geralmente mais usado para meninas (se você assistir um anime como Sakura Card Captors, vai escutar 'fulana-chaaaan' o tempo todo).
-senpai: geralmente usado para tratar veteranos na escola e no trabalho. Sabe o seu amigo que estuda na faculdade e você está no ensino médio? Ele é '-senpai'.
-sensei: eu só vejo usando para professores, mas pode ser usado para outras profissões, como médico.

Pronto. Tem mais, ainda, mas vou poupá-la de saber dos termos descrevendo relações entre avós e netos. E termos como 'kawaii', 'desu' e 'baka'... você só precisa entendê-los mais ou menos se realmente faz parte desse universo. Se não faz parte, não vai fazer falta.

Onde baixar animes?

A maioria dos sites oferece animes legendados com áudio original. Se prefere dublado, azar ~ poucos animes realmente bons chegam até o Brasil. A maioria vem pelos canais pagos, mas aí você tem que bancar uma Sky da vida, né? Use a internet ao seu favor: baixe animes que nunca passariam na TV Globinho! ;*

Sky animes ~
Animes Shade ~
animeHouse ~
Anime Total ~
Animes Down ~
Animes Center ~
Anime School ~

Se você procura por um anime popular (leia-se: muitos fãs), é comum que haja um site específico para ele, geralmente denominado *nomedoanimeproject*. Death Note e Bleach são exemplos, mas isso não acontece com todos eles, obviamente.

Se não achar de primeira, leia o post de Bárbara e procure melhor! As dicas dela valem pros animes também :)

E que animes eu baixo?

A parte das dicas e a mais complicada. Fãs de animes: essa NÃO é uma lista dos dez melhores animes, nem nada disso. É simplesmente uma lista de animes recomendados. E, sim, eu esqueço muitos que merecem o primeiro lugar.

Eu tentei variar o repertório, sabe, pra você chegar e encontrar algo que bata com seu gosto :)




O anime é composto de 95 episódios, tendo mais dois OVAs. A história se centra no Japão pós-feudalismo (não é o termo mais correto, mas é o termo ocidental que consigo aproximar mais da Era Edo), confusa com a modernização da indústria e o porte de espadas é proibido. Há dez anos houve uma guerra que acabou com a Era Edo e iniciou a Era Meiji e um dos maiores retalhadores foi Kenshin Himura, um cara que matou gente pra caramba do lado dos imperialistas (que venceram). Mas Kenshin Himura começa a achar tudo desperdício, manda os imperialistas catarem coquinho no resto e passa a viver como andarilho que não mata.

E nos dez anos depois, ele conhece a Kaoru, que é Mestre-Assistente de um dojo (um lugar onde se treina kenjutsu ou kendo) e de um estilo de luta que prega que a espada deve salvar, não matar. E como todo mundo quer o maldito Battousai que mandou um monte de olho-puxado comer capim pela raiz no inferno, então o anime se centra nas sagas em torno de gente enchendo o saco dele, da Kaoru e dos outros personagens como Yahiko e Sanosuke. Eu, pessoalmente, considero-o o meu anime preferido. As lutas valem a pena e todo o roteiro que fala de política, religião e ética é do tipo que desmente todos os idiotas que dizem que desenho não ensina nada que presta.



Imagina que você acha um caderno. Descobre que se escrever o nome de uma pessoa - o nome real - com o rosto dela na mente, essa pessoa vai morrer em 40 segundos. O que você faria? Queimaria? Jogaria fora? Usaria para matar Bin Laden e Bush?

Pois é. Raito Yagami, estudante número um e gato de morrer que usava a franja capacete antes de Justin Bieber, ok, usa o caderno para matar todos que ele considera 'impuros'. Agora imagine que um monte de criminosos estão morrendo, de repente, com ataque de coração. Você atribuiria isso à justiça divina? Foi o que o Japão fez. Ao passo que a polícia considerou crime e mandou o detetive mais fodão, L, caçar Raito que agora veste a máscara de Kira. E o anime passa a se tratar do poder corrompendo pessoas, da ética em torno da vingança, do conceito da justiça e, bem, das enrascadas que Kira se mete e sai com sua suprema inteligência >3



Um anime ECCHI, costuma ser fofinho pra quem assiste. Trata de um Japão em que em que os computadores tem aparência humana. Em tamanho natural. E custam os meus rins mais os rins do papa. E tem um cara meio ferrado que veio da roça para estudar em Tóquio e é pobre, portanto, sem dinheiro pra um persocon (como é o nome dos "computadores humanos"), que é seu objeto de desejo. Porém, um dia, ele acha uma persocon no lixo que não sabe fazer nada, só falar 'Chi'. O problema é que ela não é exatamente um computador impessoal e sim faz parte de uma série de persocons denominada Chobits que seria única por possuir consciência. Ou algo do tipo - o cara, Hideki, não entende muito bem.

Vale a pena se você gosta de meninas fofinhas se metendo em confusões por pura ingenuidade. Há muitas insinuações sexuais, então se você não curte isso, evite. Aproveite e evite 80% dos animes também, é. :)




Por algum motivo desconhecido, Kaname está sendo visada por forças terroristas. Então uma organização anti-terrorista resolve destacar uma força para proteger a garota, e isso inclui o soldado Sousuke Sagara que se disfarça de estudante de ensino médio na sala dela para vigiá-la e protegê-la. O problema é que ela é uma garota normal, que vive sozinha (no sentido morar sozinha e ser independente) e totalmente popular e animada. Ele é um cara que só viveu em guerras, portanto seres humanos são perigosos e quando eles oferecem um refri, estão querendo te envenenar. E, para ele, é totalmente razoável comprar armas pesadas e levá-las para o colégio, afinal está querendo proteger.

E a história, em três temporadas, se desenvolve em torno da descoberta de Kaname do motivo de ela ser perseguida e da organização anti-terrorista composta por outros soldados, tendo como líder uma garota de quinze anos e absolutamente doce.



Um cara que tenta o vestibular há três anos na Universidade de Tóquio para se encontrar com uma garota com quem fez uma promessa que iria encontrá-la na universidade quando tinha uns, sei lá, quatro anos: é o Keitaro.
Um pensionato cheio de mulheres desde a vestibulanda estressada que também tenta passar para a Universidade de Tóquio sem sucesso (Naru), até praticante de kendo com ataques assassinos (Motoko), passando pela princesa de um reino esquisito e vive criando armas mortíferas de guerra (Kaolla Su): é o Hinata.

Quando a avó viaja, Keitaro fica com a missão de cuidar da pensão (já que foi expulso da casa dos pais, porque ficava tentando vestibular, não passava e... você sabe como os japoneses são rigorosos com isso). Um cara e várias mulheres. O problema é que não é a mansão da Playboy, e sim uma pensão japonesa na qual as mulheres não se submetem de modo algum e batem nele a cada semi-espiada atrevida. E enquanto a história se desenrola: quem é a garota das promessas de Keitaro?



[Essa resenha foi feita por Thaís, porque eu não assisti Vampire Knight. Ela também iria fazer de Naruto, mas por motivo de força maior, não deu e eu não assisti pra poder dar uma resenha básica.]

Vampire Knight se passa na Academia Cross (um colégio), que se divide em dois turnos: a Turma do Dia, frequentado por alunos comuns, e a Turma da Noite, frequentado por alunos de elite que arrancam suspiros das alunas do Dia, e que na verdade são ~vampiros~, só que os alunos da Turma do Dia não sabem disso.

Yuuki é a personagem principal. Ela é a filha adotiva do Diretor da Academia, e é monitora do colégio, junto com Zero. Quando ela tinha 5 anos, foi atacada por um vampiro do mal sendo salva por Kaname Senpai, que é o Líder do dormitório da noite - ou seja, um vampiro.
Só Yuuki e Zero sabem da existência desse vampiros, além do diretor. Zero ODEIA os vampiros, porque a família dele foi toda morta por uma vampira super do capeta. E ele vem de uma família repleta de caçadores de vampiros, então mais um motivo pra odiá-los.
No decorrer da história, descobre-se muitas coisas sobre o passado de Zero, de Yuuki e de Kaname.

Obs. de Luna: eu vi esse anime citado várias vezes, na época que todo mundo só queria saber de Crepúsculo, como exemplo do que é realmente uma história decente sobre vampiros. Fiquei curiosa, mas nunca assisti D:

Hm... acho que faltou uns aí.

Sim. Eu não consigo falar de todos, caramba, e faltou MUITO anime bom. Sugiro Sakura Card Captor, Higurashi no Nako Noro ni, El Cazador de La Bruja, Claymore, Bleach, Berseck (nunca assisti, mas... dizem que é bom), Inuyasha, Evangelion, Kare Kano, xxxHolic, A Princesa e o Cavaleiro (esse anime é um CLÁSSICO dos shoujos. E nunca achei pra assistir mimimi), Rozen Maiden, Yamato Nadeshiko Shichi Henge (o nome assusta, eu sei, mas a história é sobre quatro caras bonitões que tem que fazer a sobrinha da dona da casa onde moram virar uma princesinha de primeira, quando a garota é uma gótica estilo quero-todos-mortos-agora. É bem leve, bom pra passar o tempo. E minha irmã adorou, coisa que é bem difícil, porque ela não gosta nem do idioma!), Tsubasa Chronicle... enfim, MILHARES!

É uma questão de procurar, de saber ir atrás e ter que ir se acostumando com as vozes finas (eu sempre me pergunto se as dubladoras forçam a voz para ficarem mais agudas...) gritando yattaaaa e com o conceito de que ou nós temos mente suja ou aqueles seios enormes da protagonista tem um sentido não exatamente casto. De qualquer jeito, boa sorte pra você! ;*