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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Trabalho em grupo. G-R-U-P-O.

Boa noite! I’m so sorry pelo atraso, mas esqueci completamente que tinha que postar hoje, e acabei fazendo um zilhão de coisas.

E a Natuzinha estava toda estressada, e acabou falando “Posta sobre quando o “grupo” pro trabalho acaba sendo só você.” Quando fui pedir sobre o que postar. Ela obviamente estava estressada por isso, e eu acho que falou brincando.

Mas eu linda bjs vou começar a passar por isso de novo daqui a alguns dias, e você provavelmente já passou.
E isso é horrível, convenhamos. Você faz o trabalho, você fica louca pra dar tudo certo, sobra tudo pra você e os outros componentes do grupo ainda querem falar: “Ai grossa, calma né” quando você começa a gritar com todo mundo porque as porcarias das pessoas não se interessam. Tipo, PPPPPPPPPPPPPPPORRA

Ok, não que gritar com todo mundo seja uma boa solução, acreditem, já tentei. Até porque é aí que ninguém mais faz nada, a não ser comentar: “Ui, cheia, acha que pode mandar em tudo né”. Tipo, se você está fazendo o trabalho sozinha é óbvio que pode mandar em tudo, ele é seu. E assim que eu passei a pensar: Meu trabalho, fiz sozinha, eu mando e, principalmente, não importa quão meu amigo seja, só meu nome vai pra capa.

E você nem precisa viver em uma bolha nos trabalhos em grupo, esteja disposta a aceitar quem quer te ajudar, mesmo achando que se você fizer sozinha vai ficar melhor (nem penso assim e u_____u), porque se não quiser ajuda depois não reclame que sobra tudo pra você ok.

O ideal é ter as tarefas de cada um divididas, assim o trabalho fica proporcionalizado (essa palavra existe? rs) entre os integrantes grupo. Se alguém ficar todo ‘mimimi’ não vou fazer isso, não exite em chutá-lo ok Você tem o direito, porque está fazendo sua parte, afinal é um GRUPO e TODO mundo tem que trabalhar igualmente. Se só um faz, o trabalho é INDIVIDUAL.

E isso é uma coisa que ultrapassa o limite dos meus ódios, quando as pessoas não se interessam por fazer o trabalho, digo. Essa mesma pessoa deixaria de fazer o trabalho se valesse metade da média e fosse individual? Duvido muito. Agora quando é um trabalho em grupo, valendo sei lá, mais da metade da sua média essa mesma pessoa acha que é um tempo desperdiçado fazer sua parte quando tem um grupo inteiro pra isso. No que não para pra pensar é que quanto mais integrantes um trabalho exigir é porque é maior a pesquisa a ser feita e dedicação a ser aplicada. Dã.

Mas ok, mesmo isso sendo irritante o melhor é manter a calma, de nada vai adiantar você começar a berrar com o mundo, você só vai perder tempo e ganhar rugas. Só.

Enfim, me desculpem pelo esquecimento e pelo péssimo post. Obrigada.

Beijos, até sexta que vem.

P.s: Hoje é aniversário da minha Suuze muito linda. Então desejem parabéns a ela ou vão ser a tal alga da Jujuba, rs.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Me deixem em paz, me deixem ser fã e ficar triste


Olá, garotas! Eu ia falar sobre como a mídia afeta nossa vida (sugestão da leitora Ana) e tudo o mais, o problema é que me atrapalhei RISOS na pesquisa e ainda por cima recebi uma notícia ontem que pareceu ser o fim do mundo, mas não é -Q

Christina Aguilera e Jordan Bratman se separaram! D:

Aí você vira e diz: e daí? Porque, dã, Christina se separar do marido dela não vai mudar na minha vida. Eu sequer conheço a mulher. Acontece que eu sou fã dela, e isso realmente mexeu comigo. Sabe, eu REALMENTE fiquei triste. É tipo, BESTEIRA, mas eu fiquei toda pra baixo e só queria saber de pensar em mil maneiras de consolar a minha diva (penso em fazer uma homenagem à ela em forma de vídeo ou, sei lá, mando uma carta *o*). Eu não conheço ela, eu não sei como ela vive, mas ela é como se fosse minha íntima. Aí transformei nisso em assunto de post: quando a gente começa a realmente amar nossos ídolos e quando isso se torna uma atitude totalmente não saudável e tal. Porque, DÃ, não é legal ficar obcecada.

Mas como reagir quando você vê um tweet tipo esse:



Vindo do cara que é desafeto de Christina? Eu, como admiradora eterna de Christina, fico com raiva >.< SEU CORNO DESAFETO, SÓ PORQUE CHRISTINA RECUSOU SUAS MÚSICAS E DEU UM BANANA PRA VOCÊ, NÃO TEM O DIREITO DE FICAR TRIPUDIANDO EM CIMA DA DESGRAÇA DELA, SEU LAZARENTO MISERÁVEL QUE ARDA NO INFERNO

Pronto, tô ótima. Relaxem. Não sou assassina, nem nada. É só porque eu quis transformar esse amor de fã em post. Afinal eu imagino que todo mundo aqui deve ter uma diva, um ídolo, um objeto de admiração suprema (não vale ser a mãe!). Não apenas alguém que você respeite. Mas alguém que você admire e perca tempo do seu dia pensando em como seria legal conhecer essa pessoa e nas coisas que diria, e na próxima vez que ela aparecer em público. Porque, sabe, a vida dela é super importante. E só quem pode criticar ela é você, como fã. Os haters não podem, claro. Afinal somos parciais e emocionais quando tratamos de pessoas que amamos.

Eu, como pseudo-psicológa, divido essa admiração e tudo o mais em quatro níveis que são os seguintes:

Baixo - Apreciadores.

Você só conhece a obra. Gosta da voz, da escrita, das ações. A vida pessoal é descartável.

Médio - Interessados.

Gosta da pessoa. Se interessa pela vida da pessoa e gosta de saber das curiosidades, e lamenta algum problema que o artista passe. Mas só isso.

Alto - Fã.

Já conhece todas as formas de se rebater às críticas, tem (ou sonha em ter) tudo o que esse artista produzir, gosta de ler entrevistas com a tal pessoa, conhece a biografia dela todinha e fica toda preocupada e triste se acontece algo de ruim com essa pessoa e também fica toda alegre e saltitante se a artista tá feliz, seja com um acontecimento pessoal, seja com uma nova obra a vir.

PERIGO - FANÁTICO.

Esse fã se divide na categoria 'altamente perigoso' (fãs que invadem casas de seus objetos de admiração por pura obsessão) e na categoria 'altamente chato' (para esses fãs, a diva é perfeita absoluta. Todos os outros merecem menosprezo. E o objeto de admiração é puro, belo, talentoso e sempre agiu com honestidade. Todos os haters são idiotas. E sempre mente os dados das vendas!).

Enfim.

É normal pais disserem 'ué e daí? Ela nem te conhece mesmo!' (minha mãe disse: calma, Luna. Todo mundo se separa! e eu: DDD:). É normal as pessoas acharem que é desperdício de tempo e energia. É normal que as pessoas te olhem com estranheza e às vezes queiram provocar você só para ver seus ânimos se exaltarem. Tudo isso é normal. Não é maldade, mas é só porque essas pessoas não entendem que quando temos uma pessoa para admirar, nós admiramos DE VERDADE. Mesmo que essa pessoa nunca nos conheça, nunca nos veja sequer, mesmo assim acompanharamos tal pessoa. E daí que ela nem sabe que a gente existe? Isso nem é importante. O importante é que a pessoa esteja bem. É importante porque a gente quer toda a felicidade do mundo para essa pessoa. E queremos, lógico, que essa pessoa venda horrores para sairmos humilhando outros fãs -Q

Essas pessoas nunca vão entender que tentamos nos esforçar para ter um laudo psicológico da pessoa. Nem que queremos ser empresários, nutricionistas, consultores de moda, fãs, haters, tudo ao mesmo tempo. Porque queremos o bem e tem gente que passa do limite.

Eu não consigo me explicar. Esse não é um post coerente. Eu estou realmente bem, e eu sei que Christina vai sair dessa. Esse post ficou muito pessoal e eu não gosto disso, afinal é Descapricho, não é meu blog pessoal. Eu só queria falar um pouco de como se sente realmente uma fã e não queria soar piegas. Eu queria soar tranquila, sabe? Mas não vai dar, porque quando uma fã fala de seu ídolo, é sempre com brilho nos olhos, com toda uma empolgação tão sincera que não rola de tentar fazer ficar tranquila. Essa pessoa saberá rebater todas as críticas possíveis com argumentos, quem sabe, coerentes. Ou não, porque o fanatismo cega. Eu queria falar de como a gente se sente tão feliz quando nosso ídolo/diva fala que agradece a gente e nos sentimos especialmente tocados. E também queria falar de como é bizarro antipatizar com pessoas só porque elas não compartilham seu gosto. As pessoas tem gostos diferentes, mas nos sentimos tocados pessoalmente quando alfinetam nossos divos prediletos. Afinal é como se fosse com a gente.

É quando essa pessoa não vende bem. É como se nós, fãs, estivéssemos indo mal juntos. Desanima.

Me perdoem pelo post curto. Não queria que vocês ficassem com isso, apenas, ainda mais sendo um post publicado tarde. Eu realmente sinto muito por isso, e vocês merecem algo melhor. Mas entendam que eu simplesmente não consegui produzir algo mais. Eu só queria desabafar um pouco. Porque eu fiquei reavaliando meus sentimentos como fã e me pergunto se isso me prejudica, e acabei concluindo que não. Porque todos tem seus ídolos e eu tenho os meus. Não ídolos no sentido religioso, mas no sentido de admiração. Todos gostam de admirar alguém, seja pela obra, seja pela pessoa, seja por tudo. Tem pessoas que admiram Marina Silva por sua trajetória marcada de lutas. Eu admiro Christina Aguilera pelo seu talento, por suas fortes opiniões, por sua força diante de muitas coisas. Ninguém poderá me entender completamente, a menos que sejam fãs de Christina também. Mas certamente fãs de outras pessoas me entenderão. Fãs de Britney me entenderão quando eu digo que fico triste ao saber da separação: eles ficaram com o coração partido nos períodos ruins da Britney. Porque todo mundo quer a felicidade para as pessoas que amamos, certo?

Elas costumam incluir nossos pais, irmãos, parentes, amigos... e também essas pessoas tão inalcansáveis, cujas fotos são trabalhadas no Photoshop, cuja vida transpira glamour e na realidade são pessoas como nós. Mas e daí? Eu não ligo para isso.



Vocês me perdoam pelo péssimo post? D:

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Obsessão? Não...

Boa tarde! (:

Então, sem querer começar o post falando das minhas amizades, eu tenho uma amiga que odeia cebola, e que odeia também tudo o que não seja o seu namorado.

Ok, me deixa explicar. Estamos em uma conversa e então:
Eu: Ai, que fome!
Ela: R. faz um macarrão ótimo!
Eu: Estou com sono.
Ela: R. vem dormir aqui.
Eu: Sou uma garota.
Ela: R. adora garotas.

PORRA! Se você ler isso, sorry mommy, i love you s2

Enfim, obviamente ela está uma chata, e obviamente não dá certo a nossa amizade (ficou óbvio pra mim ok). Porque obsessão não é legal, ser obsessiva é tosco. E nem estou falando de obsessão por um namorado, mas também por sonhos, ídolos, coisas... tudo o que saia do limite. Poxa, é legal você admirar um artista, ter um namorado incrível ou querer passar na faculdade mais diva do universo. Mas tudo tem limite. E esse limite acaba a partir do momento em que só aquilo te deixa feliz.

Sério, não precisamos de nada nem ninguém para sermos completos e felizes, e com isso não digo pra você ir morar em uma árvore, mas que nascemos inteiros e que ninguém merece carregar nas costas o peso de nos completar e nos fazer feliz.
Primeiro porque isso é infantil. É completamente repulsivo ver garotinhas, e pior que isso, MULHERES, obcecadas pelos seus namorados.

Mas adianta falar isso? Não. Porque seu namorado é o centro do mundo, é por causa dele que o mundo existe e todos amam falar que a cor favorita dele é azul, claro.

Minha amiga, por exemplo – e se é que eu ainda posso chamá-la assim –, acha que ela e o namorado são o oxigênio um do outro, sem entender que, acima de tudo, isso não só pode como vai acabar.
É o ciclo da vida, tudo acaba, ok não tudo, mas aquilo que existe sob pressão, sim, acaba. Porque ninguém gosta de viver achando que é o tubo de oxigênio da outra pessoa. E como a Srta. Obsession vai viver? Ora, isso é completamente tosco.

E eu sei que já falei muitas vezes o quanto isso é tosco, mas quero que entendam o quanto isso é tosco.

Não devemos nos apegar a nada ao ponto de passarmos do limite, e com isso quero dizer, não conseguir mais viver se não o tivermos. Poxa, somos mais do que isso, pensamos, sentimos, temos amigos que nos amam, e acima de tudo um cérebro, que comanda todas as nossas ações e que muitos deveriam começar a usar.

Eu sei como é legal ter um namorado, e sei como é legal ficar contando pra todo mundo como ele é incrível. Mas também sei como é chato só ficar ouvindo falar do seu incrível namorado.

Acha seu namorado incrível? Guarde pra você, assim não corre o risco de perder, hein.

Brincadeira.

Até porque falar como seu boy é incrível não te torna obsessiva, o que te torna obsessiva é só ser feliz se estiver com ele (como o caso da minha amiga), esse é o problema, e é sério.

P.s: Enfim, eu sei que prometi um post super legal pra hoje, mas hã, estou sem idéias ultimamente, sério, i’m so sorry! Então, por favor, mandem sugestões para o e-mail, é importante, e vocês ainda vão ler o que querem ler.

Beijos, até sexta que vem. :*

domingo, 26 de setembro de 2010

Tempos de Escola

Olá descaprichetes*-*

Como estão nesse último domingo de Setembro ? Daqui a pouco é Dezembro e PUF! o ano acaba ( é, o ano tá passando voando, e isso me assusta: parece que o tá tendo cada vez menos dias @-@), e com ele mais um ano letivo. Se você é, sei lá, 7 ° série , não tá ligando muito pra isso. É uma ano a menos na escola. Mas se você está no terceiro ou segundo como eu, é.. hm,~~ diferente~~. Não, não vou falar de vestibular, ou de notas finais, recuperação e essas coisas que preocupam alguns em final de ano letivo. Mas sim da.. hum, escola.

Não, também não quero falar sobre a importância de um bom ensino acadêmico, e de como a educação pública é uma droga. Mas sim sobre o ambiente escolar. Onde você passa cerca de 12 anos de sua vida. Pra começar, a escola pra mim sempre foi um meio de me socializar. Conviver com pessoas diferentes, fazer grandes amizades. Fico pensando o que seria da vida de muitas pessoas, e a minha, se não existisse o ambiente escolar. Tipo, se todo conteúdo acadêmico fosse dado em casa, seja pelos pais, professores particulares, ou - na pior das hipóteses - computadores. SERIA UM TÉDIO! E os coleguinhas felizes pra conversar paralelamente ,ou mesmo trocar bilhetinhos durante aula de vez em quando? E a amizade, que costuma se tornar praticamente inevitável quando pessoas convivem muito? A afinidade que se cria com pessoas que dividem um pouco da mesma história que você, seja com lições de casa, professores brothers ou carrascos, notas sejam azuis ou vermelhas? Toda aquela coisa de criar laços ? Bem, ao menos pra mim seria horrível, já que fora todas a grandes amizades que fiz nas escolas em que estudei, eu só teria basicamente amizade de meu irmão e minhas primas,que moram longe por sinal, e eu nunca consegui me integrar com vizinhos.




Lógico que escola não deve ser nenhuma farra pra você ir pra lá com o lema ‘'a escola é legal, o ruim é ter que estudar’’, porque #porfavorné? Mas também não acho que deve ser um lugar que você vai totalmente auto-centrado só pra sentar na sua carteira e passar cerca 5 horas seguidas naquele bendito lugar, sem nem ao menos cumprimentar seus coleguinhas -q, como se só existisse você, o professor e o assunto a ser estudado. Tipo, isso não é vida a escola é mais que isso!
É uma oportunidade de descobrir que existem pessoas mais anormais que você, legais, idiotas, de crescer convivendo com os outros.

Não colem do coleguinha ok?
Falta um ano anda pra eu terminar o colegial, talvez dois se eu repetir de ano quiser concluir o curso técnico . E eu basicamente vou MORRER DE SAUDADES. De tudo que se vive em uma escola. Ok, depois disso eu vou pra universidade, e as coisas meio que irão recomeçar, mas quando eu for, assim como a maioria, já irei estar com o pé nos dezoito, e com a idade vem mais responsabilidades ( tudo bem que hoje em dia, diferentemente de há poucas décadas atrás, ter dezoito não significa sair de casa / tatuar uma tribal / e alugar uma quitinete só pra se dizer independente, mas mesmo assim é quase o fim da adolescência e * tá, não ou entrar em outro dilema*) , além de que com o fim do colegial os amigos mudam de destino, muitas vezes por optarem por profissões diferentes, e PUF! Você se ver sem toda a magia do colegial, você adolescente, sem grandes responsabilidades, a não ser tirar boas notas, e sem a companhia de todos os amigos que talvez você tenha feito. Não estou dizendo que amizades acabam com a escola, mas é um pouco difícil de se acostumar a não conviver diariamente com as pessoas que você tanto gosta.
Então, enquanto os computadores não dominam inteiramente a humanidade, e substitui os professores -q - vamos aproveitar nosso tempos de escola, que acredito eu, devem deixar muitas saudades.
Bjos e até semana que vem.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Exercícios físicos

Boa taaaaaarde, genteee! Então, aqui é a Naty, mas eu sei que hoje não é terça e não é meu dia de postar RISOS. É que o computador da Dani pifou e ela pediu para eu substituí-la em seu post, né, então.

Então, ontem eu fui numa academia com uma amiga minha, pela, hm, praticamente primeira vez na minha (nossas) vida. E aí, como eu não planejei nada para falar hoje, vou falar sobre exercícios físicos. -q

Todo mundo sabe que atividade física é extremamente necessária na vida das pessoas, especialmente quem tem muita energia acumulada e precisa gastá-la de alguma forma, ou seja, pessoas jovens. Claro que é super indicado aos idosos que se faça algum tipo de exercício físico, mas como eu duvido que tenha algum idoso que leia aqui o blog, então vou me prender mais nos jovens.

É comum encontrar adolescentes que não gostam ou odeiam Educação Física/Exercícios que vão além de movimentar o mouse e levantamento de garfo. Não, tipo, é muito comum mesmo. Eu mesma não sou dos amantes da EF, mas fiz 4 anos de vôley na minha antiga escola e, nossa, como eu sinto falta. Na maioria das vezes, a saída é essa. Encontrar um esporte ou outra atividade que substitua a odiada educação física, algo que você goste, que você faça com prazer. De que outra maneira você espera se sentir bem fazendo aquilo?

E as opções não são poucas. Você pode fazer vôley, futebol, handball, natação, aeróbica, corrida, caminhada, academia... Enfim. Basta perceber preferências ou prioridades. Mas esteja sempre aberta(o) a mudanças. Exemplo: Eu nunca tinha gostado de academia. Nem da ideia. Topei ir com minha amiga e acabei adorando! Tivemos o acompanhamento de um personal trainer (Lindo, por sinal, foi um bom estímulo e), e fizemos uma hora de musculação e meia hora de exercícios aeróbicos. Ou seja, esteja aberta a mudanças, porque só experimentando várias coisas é que você vai perceber o que gosta ou não.

Quando decidir o que quer fazer, lembre-se: É SEMPRE necessário o acompanhamento de um profissional. Nada de dar alok e fazer 10 séries de mil abdominais cada numa única tarde, ou correr até morrer. Não, né. Procure um professor, converse com ele, escute conselhos, dicas, informe-se sobre riscos, fale pra ele quais são seus objetivos e metas dentro daquele programa. Ele te entenderá e saberá informar o melhor caminho a percorrer, além de apontar falhas e sugestões de correção durante esse caminho. E se for um professor ou personal trainer lindo, olha só o incentivo e a responsabilidade! Afinal, você com certeza quer se mostrar uma boa aluna... rs

Não, sério, ter acompanhamento profissional é muito importante, bem como é importante organizar uma rotina de treinamento. Eu sei que temos mil e uma coisas para fazer no dia a dia, acredite, eu sei. Mas eu sei que dá tempo pra tudo! Você pode separar três dias na semana, e tirar deles uma hora e meia, no máximo duas, para fazer seus exercícios. Ou, se prefere praticar/malhar todos os dias, dedique apenas uma hora de suas tardes para isso (Lembrando-se sempre de alternar e pegar leve no treinamento, principalmente no início. Nada de querer levantar 50 kg com as pernas no primeiro dia, ou de querer trabalhar apenas a barriga. Você precisa ir evoluindo aos poucos, e, claro, exercitar cada parte de seu corpo, nem que seja alternando dias de treinamento! Num dia malha perna, no outro braço, no outro faz aeróbica...). Assim, você não deixa de praticar seus exercícios, mas também não se sobrecarrega ou esquece das outras atividades que tem, como, por exemplo, estudar para as últimas provas do ano ou para o vestibular.

Outro ponto importante é aliar essa nova rotina de exercícios com uma alimentação saudável e balanceada. Do contrário, desculpe, mas você tem perdido seu tempo com exercícios que de nada adiantarão, seja lá qual for o seu objetivo. Se necessário, procure um nutricionista para fazer acompanhamento alimentar, criar seu cardápio, ou ver o que deve-se consumir em mais e menos porções (A famosa Pirâmide Alimentar.)

Claro, existem outros pontos a serem observados na hora de se exercitar, como procurar saber a procedência no local onde você pratica seus exercícios (No caso de academias ou clubes de esportes), ou, no caso desse local ser a escola, procure saber se os profissionais são todos formados e especializados, e se são bons e tudo o mais. Para isso, você pode procurar antigos ou mesmo atuais alunos e se informar. Um pouco de pesquisa nesse quesito não é difícil de se conseguir, e, na falta dela, você pode ser prejudicada. Fique atenta!

E, por fim, vale salientar que praticar exercícios não serve apenas para quem quer perder peso. Isso deixa a pessoa saudável, com mais ânimo, metabolismo mais rápido, além de promover uma reeducação corporal e alimentar. Ou seja: Não tem o que perder!

Beeeijos, gente, e até próxima semana!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

É o meu Rio Grande do Sul ♪

BOA NOITEEEE *-* Antes de tudo me deixe compartilhar uma coisa com vocês: Aprendi a fazer pipoca de microondas. Tá, eu sei que é idiota, mas ela sempre queimava. Então, eu e minha inteligência descobrimos que é preciso por o pacotinho com a pipoca no meio do microondas, e não jogar de qualquer jeito, porque para de girar e hã, queima. Se isso parecia óbvio pra você, I’m so sorry.

Mas eu não vou falar sobre pipoca de microondas (apesar de que acharia super divo ficar falando dos meus avanços no mundo da culinária), vou falar sobre semana farroupilha.

Se você não mora no Rio Grande do Sul provavelmente não sabe o que é isso. Ou sabe, não sei sobre o pensamento das pessoas dos outros estados. u_u

Enfim, pra quem não sabe, semana farroupilha é um evento festivo aqui do Rio Grande do Sul, que começa de 12 a 14 de setembro (o correto é dia 14, mas as vezes a chama crioula chega antes), e acaba dia 20 que é feriado estadual. Isso é uma espécie de homenagem a Revolução Farroupilha, e aos líderes gaúchos da mesma.

E você com isso, né? Mas gaúchos amam essa data, não só porque é feriado, mas porque isso foi uma grande conquista para nós. Tornamo-nos a República Rio-Grandense, e se isso não quer dizer nada pra você, pra nós quer.

Basicamente ocorreu porque os gaúchos estavam insatisfeitos com o governo “café-com-leite” (São Paulo e Minas Gerais), que além de apenas investirem em seus estados, aumentaram o imposto sobre o sal (importante ingrediente do charque gaúcho), e o imposto sobre a venda dos produtos produzidos aqui. Fazendo assim, as pessoas de outros estados buscarem esses produtos em outros países pela metade do preço. Havia outros motivos, mas esse foi o principal. Em de 18 de setembro de 1835, José Mariano de Mattos, Gomes Jardim, Pedro Boticário, Paulino da Fontoura e Domingos José de Almeida, fizeram uma reunião e decidiram que dentro de dois dias (20 de setembro de 1835), tomariam militarmente Porto Alegre e destituiriam o presidente provincial Antônio Rodrigues Fernandes Braga.
A Guerra durou 10 anos (até 02 de fevereiro de 1845), e em 11 de setembro de 1846 foi proclamada a República Rio-Grandense.

Gaúchos se orgulham disso até hoje, aliás, gaúchos são tão bairristas que se orgulham de tudo, principalmente da sua cultura (que é considerada, segundo o Angel, instrutor da invernada do CTG, a maior cultura do mundo), do seu vocabulário, dos grandes nomes que nasceram aqui, da beleza da mulher gaúcha (e agora dos homens, já que Natu e Alessinha babaram com eles aqui ok), do clima frio, do seu hino (que praticamente todos os gaúchos sabem décor) entre muitas outras coisas. :B


Invernada Artística
Guris do Sul *-*


“Eu venho de um lugar onde a gente acredita nos jovens, ouve os velhos, e respeita o eterno. Eu venho de um lugar onde o canto é do campo e do rio. Mas, sobretudo, eu venho de um lugar onde o homem tem pátria, pensa e opina. EU SOU GAÚCHO ♥” – autor desconhecido.

P.s: Parabéns ao Grêmio que completou 107 anos quarta-feira ♥
P.s²: Obrigada a Larinha que me deu a idéia e ajudou a fazer o post. ♥
P.s³: Vocês sabem que a gente conseguiu uma entrevista com a autora Rachel Cohn. Mandem perguntas para descapricho@gmail.com com o assunto "Perguntem para Rachel"! :D

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Take your responsabilities.

Boa taaaarde, pessoas!

Ai, gente, eu to tãão cansada, e atarefada, mas ao mesmo tempo empolgada! É que estou com um trabalho na escola no qual precisamos produzir uma peça de teatro. A turma tem que fazer tudo, desde roteiro até seleção do elenco e ensaios, e eu, junto com uma amiga, peguei a responsabilidade do roteiro.

Daí tipo, tudo na peça depende da gente né, porque não dá pra fazer nada sem o roteiro, e a gente também meio que tem a responsabilidade de definir quem vai ser que personagem, já que, fazendo o roteiro, a gente conhece a fundo os personagens e tal, fora os outros trabalhos da escola, e as provas que estão chegando (De novo!) e cada coisa leva a uma responsabilidade ainda maior, tipo uma bola de neve!


Então é sobre isso que eu quero falar hoje, sobre quando a gente tem mil e uma responsabilidades, prazos para cumprir, provas para estudar, seminários a apresentar, e parece que mesmo se o dia tivesse 50 horas, não daria tempo. Porque dá tempo. Sempre dá. Por mais que pareça impossível, rs.

Eu não sei vocês, mas eu não funciono sob pressão. Mesmo. Quando vejo que tenho que me apressar com algo, porque existem prazos a cumprir, ou outras pessoas dependem de mim para cumprir com suas responsabilidades, começa a me dar um desespero, uma vontade de jogar tudo pro alto, de desistir, de gritar com todos e dizer, “NINGUÉM TEM PACIÊNCIA COMIGO!”. Mas ao mesmo tempo, eu amo ter responsabilidades. Sabe, você sente que as pessoas confiam em você, que você merece aquela tarefa porque tem capacidade de fazê-la (Mesmo que TER responsabilidades é uma coisa, FAZER, de fato, aquilo são outros quinhentos!), é muito bom.

É, contraditório, eu sei. Mas é, po. Mas acho que, no meu caso, a pressão fala mais alto, porque eu não costumo (Não mais) assumir tantas responsabilidades em trabalhos desse tipo. O fato é que nesse ou era isso, ou cargos inúteis, tipo ‘Direção de Figurantes’ (O que um diretor de figurante faz? Tipo, são figurantes, porra, não vão fazer nada na peça, NÃO TEM O QUE DIRIGIR!), ou atuar, né, então o roteiro pareceu responsabilidade o suficiente e tal. :)

Enfim, quando você assume uma responsabilidade, você, tipo, tem que cumprir né. Seja porque você é como eu, e adora a sensação de confiança, ou seja simplesmente porque alguém pode depender do seu trabalho para fazer o dela, então aí é que você precisa MESMO cumprir tudo, e ainda mais, fazer tudo do melhor jeito possível. Portanto, o primeiro passo em relação a responsabilidades é só assumir o que você pode assumir. Não adianta bancar O INDEPENDENTE e assumir mil e uma coisas sozinho, se você não vai conseguir fazer né.

Oi, essa sou eu com meu roteiro. rs -n

Para isso, procure fazer coisas que você já tenha experiência. Claro que para tudo existe uma primeira vez, e, caso seja a primeira vez que você está fazendo aquilo, procure ajuda, dicas, enfim. No meu caso, eu já fiz roteiro de peça antes, e nunca atuei ou fiz parte de qualquer uma das outras funções, logo, escolhi escrever o roteiro, que seria mais fácil para mim.

Assim, o segundo passo é estipular prazos. Os seus prazos. Organizar horários, e tudo o mais, para que dê tempo de se fazer tudo. Tem que ler um livro imenso? Não deixe para o último dia, leia aos poucos, dois, três capítulos por dia. O trabalho tem que ser entregue daqui a dez dias? Programe-se para que tudo esteja pronto em uma semana, ou oito dias. Desse jeito, se algo precisar ser refeito, ou surgir um imprevisto, você terá tempo de resolver tudo. Não faça como eu, que deixei pra fazer o roteiro no fim de semana, sendo que era para a segunda, e ontem só pude entregar o primeiro ato, de três. PROGRAME-SE, como eu vou fazer de hoje em diante com relação a isso e

O terceiro passo, é cumprir os prazos. É, sério, só estipulá-los não vai fazer com que tudo saia perfeito. Você tem que PLANEJAR e aí PÔR EM PRÁTICA. Nada vai se fazer sozinho, pequena criatura. Então cumprir os prazos se torna um dos passos a serem seguidos, e provavelmente o mais importante deles, já que se você não fizer isso, então o trabalho todo vai atrasar, e as pessoas vão dizer, “Olha, que menina irresponsável, não terminou o roteiro e agora perdemos um dia de ensaio!” (To repetindo pra ver se fixa que eu tenho que terminar o roteiro até a próxima semana e a gente não perde mais tempo, né. Ç_Ç)


Enfim, quarto passo. Dentro de seus prazos, procure fazer revisões do trabalho, melhorá-lo se for preciso, alterar, pedir opiniões. Tudo é válido, afinal, as pessoas confiaram em você, e o trabalho deve, no mínimo, atingir as expectativas dos ‘superiores’. E é necessário, é importantíssimo!, que se aceite as críticas. Pessoas criticam por mal às vezes, para fazer a pessoa se sentir mal, é, eu sei. Mas boa parte das críticas são críticas construtivas, ou pelo menos devemos interpretá-las assim, corrigir o que foi apontado, se possível, ou fazer nota mental dos erros para que não se repitam numa próxima vez.

Feito tudo isso, amores, eu tenho certeza de que tudo vai dar certo, e as pessoas só vão confiar mais em você. Claro que isso implica no fato de que, de uma próxima vez, vão te dar responsabilidades de novo, mas isso só quer dizer que confiam em você, que gostaram de seu comprometimento com o trabalho. E se você é como eu, que ama ter responsabilidades, isso é ótimo! Hahaha.

Bem, é isso, pessoas. Espero eu mesma cumprir minhas dicas, rs. Beeeeijos e até próxima terça,
Naty.

P.S.: Eu sei que o post ficou meio pequenino, e eu também gosto de posts grandes, mas, né, TEM O ROTEIRO PRA FAZER. Kk, sério. :X
P.S.²: Pessoas, sabem que a gente conseguiu uma entrevista com a autora Rachel Cohn, né? Então, mandem perguntas para descapricho@gmail.com com o assunto "Perguntem para Rachel"! ;)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Dias emos.

Oi. Sem introdução. Sem novidades. Sem conteúdo. Esse, provavelmente, vai ser o post mais sem graça e melancólico que a Descapricho já teve. Estão avisados, sem mais.

Sabe aqueles dias que você não quer levantar da cama? Que você não quer ter que sair e encarar as pessoas? Que você tem vontade de ir morar em um lugar deserto e abandonar todos os seus problemas? Que você sente um aperto, uma angústia terrível? Que parece que tem uma bola subindo e descendo, da garganta ao coração? São os dias emos – e eu, infelizmente, estou passando por eles.

O mais crucial de tudo é que você tem que fazer alguma coisa a respeito. Porque você não é mais criança. Você não pode pedir pra sua mãe falar com o menino que roubou sua boneca pra no dia seguinte vocês poderem brincar juntos de novo. Tudo parece ser tão complexo. Tudo é tão complexo.
Pode ser que pessoas de vinte ou trinta anos achem isso besteira. E pode ser que quando você tiver vinte ou trinta anos você ache isso besteira também. Mas pensar isso te deixa melhor agora? Não, né.

Até porque, parece que nada nos deixa bem em dias emos. Melancolia toma conta. Você não come direito, você não fala direito, você não dorme direito, você não raciocina direito. Na verdade, a única coisa que você faz direito é chorar – e olhe lá, às vezes só fica rastejando pelos cantos como um parasita.

Pode parecer um conselho óbvio, mas sempre é bom falar sobre o que você está sentindo pra alguém, ouvir explicações infinitas (que para nos deixar confusas, fazem sentido!), conselhos intermináveis. Só cuide pra não demonstrar toda a sua melancolia, porque depois você vai se sentir uma idiota. Eu, pelo menos, sempre me sinto idiota depois que meus dias emos passam. D:
Outra coisa legal é deixar músicas tristes de lado e escutar, sei lá, Gaiola das Popozudas, rs. Thaus me indicou e é bem legal ok. Valesca diva. S2

Enfim, só não se esqueça de olha pra fora. Lá fora tem o sol, seus amigos, livros, postes de luz, coisas que você não conhece e se divertirá aprendendo, a via láctea, vários idiomas, pessoas que você nunca viu na vida. Fora dos seus feelings tem um mundo, um mundo com coisas que você nunca imaginou encontrar. Lá fora pode ser cruel, mas lá fora pode ser o seu maior e melhor refúgio. E, principalmente, é lá fora que você pode encontrar o que vai fazer você melhorar por dentro.

Quando comecei o post eu estava deprimida, mas de alguma forma fiquei melhor. Dias emos são assim, ora você está mal, ora nem tanto. Por mais que pareça que não vai passar, passa. E isso está começando a perder o pouco de sentido que poderia ter.

Beijos, até sexta que vem.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Traveling II - Rio Grande do Sul

Boa taaaaarde, queridos e queridas! Estou de volta, e, como não tive tempo nenhum de pensar no que escrever aqui hoje, e já são mais de 17h, resolvi postar sobre minha viagem mesmo. Como muitos de vocês já sabem, na madrugada do dia 1º de setembro eu viajei, junto com alguns professores e colegas que fazem parte do Programa de Iniciação Científica da escola, para o interior do Rio Grande do Sul, para participar do I CIECITEC, o Congresso Internacional de Ciências e Tecnologia.

Nosso voo saía às 3h20 da manhã do dia 1º, mas tínhamos que estar no aeroporto à 1 da manhã, e lá estávamos nós. Minha mãe, que estava viajando e chegando por aquele horário, tinha prometido se encontrar comigo lá, para me ver antes de eu viajar, só que fizemos check-in e tudo o mais e nada dela. Subimos e, enquanto os professores terminavam os últimos preparativos, vi, através de um vidro lá na parte do desembarque, meu pai correndo, cheio de bagagens, e tudo o mais, kkk. Enfim, minha mãe me liga pra eu ir pra frente da sala de embarque, e todo mundo ficou ~~espantado~~ de ver como eu sou igual a ela, mas tá. Ela me entregou uma mochila com algumas roupas, casacos, um par de luvas e outros presentinhos da viagem dela, rs, e embarcamos.


Matheus, no meu lugar, Alessa e eu no avião pro Rio.

Minha poltrona era na janela, adoro, mas um amigo meu a roubou, e eu deixei né, porque era a primeira vez que ele viajava de avião e tal. Aí fizemos conexão no Rio de Janeiro, chegamos lá por volta das 6:30 da manhã, foi liiiiindo ver a Cidade Maravilhosa ao nascer do sol, mas mal descemos lá e já embarcamos novamente, dessa vez faríamos apenas escala em Florianópolis, nada a se comentar sobre essa parte, só que foi muito engraçado a gente tentando mudar de assentos dentro do avião enquanto os outros passageiros tentavam sair dele, kkkk, e que eu me diverti abrindo pela primeira vez a mochila que minha mãe tinha me dado e vendo que ela tinha enchido tudo de bilhetes do tipo, "Para 'adoçar' o frio das meninas de Caicó (Natália, Alessa e Hannah)" num pacotinho de chocolates DELICIOSOS de Buenos Aires, e "Essa gola por cima de uma blusa preta fica linda!" numa gola parecida com um cachecol, kkkkk.

Tá, aí nessa hora eu fui na janela, foi bem legal, mas de Florianópolis para Porto Alegre, nosso quase-destino-final, era menos de uma hora de voo, então, né. Chegamos em PoA por volta das 11h, todos mortos de fome e cansaço, mas nossa viagem estava apenas começando. Pegamos nossas bagagens, foi tenso, quase que minha mala não aparecia na esteira, rs, mas deu tudo certo. Deixamos as malas no ônibus que nos conduziria até nosso destino final, Santo Ângelo, e foi aí que percebemos que estava um frio agradável de, sei lá, uns 17º.

Enfim, fomos almoçar, e eu (e provavelmente todas as meninas da excursão) começamos a perceber COMO TEM MENINO BONITO NO RIO GRANDE DO SUL! Sério, muitos, tipo, passavam grupos com 5, 6 de uma vez, era um paraíso, eu não sabia nem para que lado olhar, rs, mas enfim. Depois de um saudável almoço no McDonald's, ao meio dia, estávamos saindo para Santo Ângelo, e mal sabíamos que mais de 7 horas de estrada nos aguardavam.

Mas a viagem foi muuuito legal, dormimos um pouco, mas a maior parte do tempo foi conversando, rindo e, nossa, que paisagens! Até as casinhas de lá são diferentes e fofas, coloridas e quadradinhas, com os telhados em formato de triângulos, haha. Paramos em uma lanchonete (Que lá eles chamam de "lancheria" *-*) para comer algo, e, bem, nessa hora estava bem frio, eu voltei correndo pro ônibus, rs.


Hannah, eu e Alessa no ônibus para Santo Ângelo.

Chegamos em Santo Ângelo por volta das 19h, e, após nos acomodar em nossos quartos, saímos às oito para jantar. Fomos a pé do hotel para o restaurante, a cidade é fofa, tranquila, em que todos andam a pé, muito legal. Sentamos umas 7 pessoas numa mesa, e comemos pizza quadrada o_o Enfim, voltamos pro hotel às dez da noite, todo mundo muito cansado, e eu ainda fui lavar o cabelo, já que no dia seguinte começaria o Congresso *-*

Fomos orientados para nos acordar às 6h, estar às 6:45 tomando café e saindo por volta das 7:00, mas ao acordar, eu tive a certeza de que tinha posto o despertador errado. Estava muito escuro, mano. Parecia noite. Só Deus sabe a coragem que tive para tomar banho, mesmo de água quente, e vesti duas meias e duas blusas, e, maior coragem ainda, saí de saia. Acho que nesse dia a temperatura foi ums 18º, mas só senti um pouco de frio nas pernas no fim do dia.

Meu grupo, apesar de composto por três meninas razoavelmente demoradas no quesito de escolher roupa e se arrumar, foi o primeiro a estar no café-da-manhã todos os dias, o que rendeu elogios e credibilidade no dia em que nos atrasamos um pouco, haha.

O primeiro dia do Congresso tinha como atividades algumas oficinas em que fomos inscritos pelos professores, eu estava em duas, mas os horários coincidiam e acabei participando de apenas uma, mas muito boa, sobre o uso de filmes em sala de aula, como recurso de passar conhecimento e tal. Pouco antes da hora do almoço, começou a chover, e nós ficamos tipo presos no prédio em que estávamos, na Universidade. Deu um pouco de desespero, porque não parecia que ia parar de chover tão cedo, ninguém tinha levado guarda chuva, e estava todo mundo com fome né. Mas as pessoas do RS são muito fofas e prestativas, nos cederam uma sala grande, e o telefone de um restaurante que fazia entrega de almoço, bom e barato. Foi o que fizemos, e por volta das 13h30 estávamos almoçando e indo participar das últimas oficinas.


Hannah, Alessa e eu no primeiro dia do Congresso.

No fim da noite teve a abertura oficial do Congresso, e nós chegamos um pouco tarde no hotel, não me lembro direito. No dia seguinte era o aniversário de uma das meninas que estavam com a gente, e as pessoas combinaram de, à meia noite, entrar no quarto dela cantando parabéns e tal, mas eu estava tãão cansada que adormeci antes, mas soube no dia seguinte que isso tinha acontecido, mas os professores tinham acordado e dado um sermão em todo mundo e taal :x

O segundo dia, sexta dia 3, foi o mais frio pra mim. Tava fazendo uns 8, 10º, e eu usei três meias e uma calça, além de duas blusas e um blazer e um cachecol. É, tava beeem frio! Nesse dia tivemos a apresentação de algumas plenárias, que eram apresentações, em forma de slides, de projetos dos participantes do Congresso. Um professor meu apresentou sobre seu projeot de sala temática de física, assim como outra moça apresentou suas pesquisas sobre os livros didáticos de física e química, e assim por diante. Tivemos umas palestras (chatinhas :x) e em seguida, pausa para comer algo (Durante a qual estava passando a novela das 6 com aquele recurso de legenda da televisão, e a gente ficava dramatizando a cena, era bem engraçado, kkkkkk).

Às sete da noite, tivemos o momento mais crucial para nós, alunos, que foi a apresentação dos nossos trabalhos em banner. Atraíamos a atenção das pessoas, por sermos tão novos, em meio a um Congresso apenas para graduados, mas era tenso, porque todo mundo queria nossas informações, e não tinha nenhum professor por perto para orientar, mas foi muito bom, porque conseguimos nos virar muito bem, apresentamos nossos trabalhos e todo mundo elogiou bastante. Foi bem gratificante.

No sábado, dia 4, era o encerramento do Congresso. Estava bem frio nesse dia, amanheceu mais tarde que nos outros dias, e tinha uma névoa super densa, novamente vesti umas 3 blusas, rs. Tivemos algumas palestras de agradecimento, e por volta das nove e meia da manhã, estávamos liberados. Fomos, então, ao centro da cidade para compras e passeios, ficamos livres e não precisávamos andar em grupo, o que foi ótimo, já que eu e duas amigas andamos o centro inteiro procurando uma loja (Que não encontramos, mas tudo bem, porque conhecemos a cidade e tivemos que nos virar sozinhas para voltar ao local combinado, rs.). Eu comprei, finalmeeente, minha pantufa, ela é linda, rosa e de porquinhos, não tô com foto aqui, mas, se eu me lembrar, posto na próxima semana! *-*

Nessa tarde, fomos visitar as ruínas das Missões Jesuíticas, em São Miguel, cidadezinha próxima a Santo Ângelo, e foi muuuuito bom. Tipo, eu já tinha visto fotos do lugar, mas ver aquilo de perto, ao vivo, ter contato e noção de tudo que acontecera ali foi, nossa, sem palavras. Estava frio, e foi aí que eu fiquei sem voz (Fui no médico ontem e fui informada que é laringite, não to falando nada, mas enfim).

Durante o dia, a Dani me ligou, mas quando eu retornei um homem aleatório atendeu, e eu não consegui falar com ela :( Achei que não ia dar para vê-la, porque no dia seguinte sairíamos de madrugada, mas à noite ela me mandou uma mensagem dizendo que já estava vindo para Santo Ângelo *---------* Íamos sair do hotel para o festival de tortas Santo Ângelo e a cidade das tortas às sete e meia, mas algumas meninas se atrasaram e só saímos depois das oito. Cheguei no local e comecei a ligar pra Dani, mas ela não atendia!

Eu já tava toda tensa e ansiosa, ficava procurando ela, e daí alguém me cutuca no ombro. Quando virei, não reconheci de primeira, porque ela estava com o cabelo liso, rs, mas quando vi quem era, nem acreditei. Acho que fiquei uns 10 minutos abraçada com ela, owwwwn, foi tão feliz! Então tiramos fotos juntas, e fomos andar um pouco na praça, e depois comer, e ela me deu duas girafinhas de pelúcia *----* Foi bemmmm feliz.


Alessa, Dani *-*, eu e Hannah!

No domingo, saímos de Santo Ângelo às 5 da manhã, e chegamos em Porto Alegre meio dia e meia. Fomos ao Museu de Ciências e Tecnologia da PUC-RS, e também foi beeeem legal lá! Tinha três andares, e ficamos lá até as quatro e meia, mas não deu pra ver tudo.

Depois estava todo mundo bem cansado já, fomos pro aeroporto e nosso voo saía às 19h, chegamos em São Paulo umas dez, e saímos de lá por volta de meia noite, já que nosso voo atrasou um pouco. Chegamos em Natal às 3 da manhã, e eu cheguei morta em casa. Não fui pra aula na segunda, dormi até as 15h.

A viagem foi muuuuuuuito boa, realmente, em todos os aspectos, graças a Deus. Recomendo muito, o Rio Grande do Sul vale à pena!

Beeeeijos e até próxima terça! :*

P.S. Meniiiinas, editando aqui a pedido da Bramqs! A Descapricho irá entrevistar a escritora norte-americana Rachel Cohn, autora de Princesa Pop e Pão-de-Mel. Quer participar? Pense em uma pergunta bem legal e mande-a para descaprichos@gmail.com, com assunto "Pergunta para Rachel". Boa sorte a todas!

domingo, 5 de setembro de 2010

Prima Vera

Como estão nessa ensolarada tarde de domingo?Se não estiver ensolarado aí onde você mora releve, porque aqui está. E eu estava realmente com saudade do sol, após um Agosto nublado e frio( se você mora no R.S vai rir da minha cara, já que eu estou considerando frio a média de 21°, mas sabe como é, a maior parte do ano, aqui é extremamente quente e ensolarado, é aparecer dias nublados, pode estar fazendo até  32°C, dá pra interpretar com frio  porque tá nublado)E isso me lembrou que Vera, a prima que as tias do maternal mandavam a gente desenhar todo mês de Setembro, está chegando, depois o verão, e com eles os dias quentes. Então, apesar de achar as roupas de inverno mil vezes mais lindas e glamourosas que as de verão, e adjacências, resolvi fazer um post com sugestões de looks para a primavera/verão, ele não contem necessariamente itens que estarão na moda, até porque estar na moda é algo tão... unfashionable, só coisas que eu acho que combinam com dias mais quentes e tal. O detalhe é que eu não entendo nada de moda, mas acho que como eu tenho um bom gosto invejável(coisa de libriana), posso dar meu pitaco. Se eu não tiver, desinflem meu ego comentando que não nos coments.


Look fresquinho


 A primeira coisa a se focar quando se escolhe roupas pra dias mais quentes, é o foco na escolha de roupas mais fresquinhas - óbvio néh?- então tem duas coisas que não pode se deixar passar pra alcançar esse objetivo : O tecido e a cor dele:
 O tecido

É um item é importante, porque as vezes você pode vestir uma, sei lá, camiseta de lã e não se senti confortável porque o tecido é ‘quente’ Então optar por roupas feitas com tecido frescos como viscose (esse tecido é tão delicado e macio), algodão constituído por boa parte de elastano, e evitar tecidos de poliéster, 100% algodão, etc. Vou aprofundar isso nas ~~dicas~~.




A cor

Ok, você pode gostar de coisas mais darks e e achar que o fato das roupas primavera/verão serem ~~coloridas~~ é pura frescura. Mas não, o preto tende a atrair mais calor, então se um fã do Metallica sai por aí com seus coturnos, calça e t-shirt preta,a uma temperatura de 30°C, ele vai sentir mais calor que um fã de Restart com sua calça laranja e seu dunk.

O básico: Jeans e camiseta

Vamos começar pelo Jeans e camiseta que todo mundo adora. Estava vendo o catálogo de moda de algumas lojas de estoque, e vi t-shirt lindas,que combinam com vários estilos, pode ser o fofo e feminino com estampas florais, de animais e desenhos fofinhos ou o mais despojados com estampas militares, tipo exercito e tal. Como t-shirts são de um modelito mais quente, a escolha do tecido se aplica aqui dando preferência a viscose, que é um tecido bem leve e dar um ar ligeiramente mais elegante e abre um leque maior de ocasiões pra se usar, que as de algodão.

O jeans : Jeans é algo que abre um leque de opções de uso, ele pode ser cor caqui, xadrez, surrado.
Pra o Jeans ser confortável, é bom procurar aquelas calças com jeans menos rígidos sabe?Com uma composição maior de elastano, o que deixa ele mais solto, o que evita estrias,e que também é bom pra quem costuma engordar e emagrecer com frequência, pra não se criar aquele pânico de ‘ meu jeans não entraa’.


Hippie




Acho o estilo hippie a cara da primavera, essa coisa de contato com a natureza, e tem muita coisa que se pode absorver desse estilo. Como os tons pastéis e abóbora, meio terra (não sei descrever os tons hippies) as saias compridas e floridas com pequenas flores, inclusive os penteados, com trancinhas que podem ser em mechas aleatórias(que dão menos trabalho), ou no cabelo todo( que se você não tem nada pra fazer no feriado pode tentar-q), e as hairbands que estavam muito populares, e que talvez você já tenha enjoado, mas se não, você pode tentar fazer com o próprio cabelo, com uma trancinha, que se tiver cabelo curto pode emendar com outra mecha, estilo trança embutida ).



Saias




As saias floridas e com cores claras são muito bonitas e combinam com a primavera. Elas podem ser compridas estilo hippie (o que dá a impressão de você ser mais alta), ou média justa, com botões estilo militar( tô achando tão linda essa tendência), ou folgada com babados.


Coletes





Sobrepor coletes seja de jeans clarinho, ou de pano em tom pastel, ou cores bem leves, ou mesmo jaqueta jeans, boleros e camisas de botões sobre a blusa também é uma coisa ~~ na moda~~ e que é muito bonito

Navy




O estilo Navy é tão verão, quanto o Hippie é primavera. Blusas, saias de listrinhas em cores azul, vermelho é algo muito bonito. Pra falar verdade eu sonho em encontrar uma blusa de gola de marinheiro, estilo kiko sabe? Mas como eu ainda não encontrei em minhas pinchinchagens por aí, eu costumo sobrepor um lenço pelas costas, fazendo um laço na frente. Fica cool



A maioria das fotos são do catálogo de moda da Riachuelo, Renner e C&A, que estão com uma coleção incrível de linda .Vocês já devem ter visto elas naquelas propagandas longas e enjoada que passa na tv, cantando por meia hora músicas hm, enjoativas.

Beijos ensolarados  pessoas, sejam um amorzinho e comentem.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Traveling.

-Q Que título mais aleatório e

BOA TAAAAAAAAAAAAARDE, MEUS QUERIDOOOOSSSSS! Estou em êxtase hoje, mais tarde, às 3 da manhã, estarei viajando com meus amigos pro Rio Grande do Sul! *-* E, de tão empolgada e distraída que fiquei com essa viagem, me vi, no domingo à noite, pensando o que postar nessa semana e tal.

Então como agora a pouco terminei de arrumar minha mala, decidi fazer um post sobre viajar. :D Enfim, pra começar (“Enfim, pra começar”? Essa frase nem faz sentido e q), decida O seu destino!


Sim, decidir pra onde você quer viajar é obviamente bem importante, afinal, sem saber não há viagem RISOS. Tá, sério. As dicas são básicas, se você gosta de civilização, nada de planejar uma viagem a uma praia super deserta e desconhecida, com águas cristalinas e peixinhos coloridos. Seria um lugar lindo para conhecer, mas se você não gosta de coisas assim, não planeje coisas assim, porque senão, sua viagem vai ser chata e monótona, um grande #fail.

Pesquise bastante, afinal, existem muitos lugares legais de se conhecer, e valorize as viagens nacionais. Você na precisa gastar milhares de euros e ir para Paris para fazer uma viagem boa. Nosso Brasil tem muitos lugares legais de se conhecer. E, se você é daquele tipo de gente cujos pais sempre dizem, “Ah, não temos tempo pra viajar, não temos dinheiro, não temos paciência”, convença-os. Tempo, todo mundo tem pelo menos 15 dias de férias. Dinheiro, sempre há os pacotes mais baratos e parcelados. Paciência? Não tem paciência pra se divertir?

Viajar é sempre bom. Além de ser uma forma de lazer, aproxima pessoas. Viajar com a família rende boas horas juntos, o que costuma ser bem divertido e às vezes nostálgicos. Com amigos, vocês vão passar mais tempo juntos, convivendo, e vivenciarão experiências que vão os unir, nem que seja só pela lembrança de “Ah, Fulano estava lá comigo”. Com desconhecidos, NOVOS AMIGOS!

Enfim, destino decidido, vêm os Preparativos pré-viagem. Para as moças, leia-se, roupas. PSOKSA’

Na verdade, as roupas são importantes para qualquer um que vai viajar, mas se você é como eu, que fica imaginando que roupas vai usar, em que ocasião, elas são mais importantes ainda, rs. Por isso, para saber que roupas levar, pesquise sobre o clima do local pretendido. É importante conciliar o clima com as roupas a serem levadas, para não levar muita coisa que não vai ser usada e deixar de lado o realmente importante.

É também legal pesquisar sobre o que se tem para fazer no lugar para onde você vai viajar. Não tem nada a ver ir para um lugar com passeios nos quais você vai andar muito e só levar, sei lá, sandálias de salto. ._.

Enfim, antes da viagem é bom também comprar as passagens, se for viajar de ônibus ou avião, ou um mapa, ou planejar a viagem, caso vá viajar de carro. E é sempre importante checar tudo ANTES de sair. Se necessário, faça uma lista do que se tem que comprar, providenciar, encontrar, pegar emprestado e tirar xérox antes de viajar.

E, antes de viajar, tem também a parte mais importante, As malas.


Eu, pessoalmente, odeio fazer a mala. E desfazer mais ainda, mas enfim. Eu nunca sei o que colocar, nunca sei selecionar o que levar, e sempre acabo levando coisas demais ou de menos. Então, mais uma vez, a dica é saber exatamente o que vai fazer lá, ou ter uma ideia, para arrumar a mala de acordo. Maaais uma vez, é importante saber o clima que estará enfrentando. (Se sua mãe disser “Leve um casaco”, leve, mães sempre estão certas e –s)

E na hora de arrumar a mala, faça o que sempre indicam, jeans e roupas mais pesadas em baixo (Há quem diga que é melhor colocar os sapatos embaixo, mas eu acho estranho e não faço isso.), e roupas mais leves, que possam amassar facilmente por cima. É importante levar na mão um casaco, já que pode estar frio no ônibus/avião/carro/lugar. E lembre-se de etiquetar sua mala também, né, vai saber se você vai perdê-la ou não. rs.

É importante também colocar na mala ou bolsa de mão (meu caso) uma bolsinha com alguns remédios importantes, principalmente se você é quase hipocondríaca como eu (Característica geneticamente herdada de minha mãe, que fique claro.), ou se tem alergia a alguma coisa, ou enxaqueca, como, mais uma vez, eu. Quem tem, sabe, uma dor de cabeça MATA qualquer um.

Depois de escolher o lugar, preparar tudo, arrumar as malas, tem A viagem em si.


Primeira coisa que toda mãe e responsável fala: Cuidado com o que comer, beber, onde andar, preste atenção nas suas coisas, documentos, dinheiro, enfim. Se você perder algo importante, vai ser péssimo, idem se você comer algo que não ~~caia bem~~ e perca um passeio legal ou, que Deus não permita, todo o resto da viagem por causa disso, né.

Enfim, fora essas recomendações, só tirar muitas fotos e curtir muito a viagem e as lembranças que ficarão!
Beeeeijos, e até próxima terça, com, com certeza, muitas fotos e lembranças. :D

Naty.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

10 filmes para ver antes de morrer

Oooooi meninas, aproveitando o calor? E que calor hein? Em pleno agosto. Me faz começar a sentir falta do frio, de ficar embaixo dos cobertores assistindo a filmes *o*
E isso, filmes, como você pode ver eu elaborei uma listinha de 10 filmes que você não pode morrer sem ver, rs. Não são necessariamente meus filmes favoritos porque eu tentei ser o menos "você já viu esse filme" possível.
E antes que alguém venha me chamar de fútil, eu não sou cult, então esses filmes também não são. :)

P.s eu te amo


Ok, eu sei que disse que ia tentar ser o menos “Você já viu esse filme” possível, mas não resisti. P.s eu te amo é um dos meus filmes favoritos. Se você não viu, veja. Se você já viu entende do que estou falando. O filme começa mostrando dificuldades e opiniões diferentes sobre a vida de Gerry e Holly, mas deixa claro que eles se amam. Mas Gerry morre. Então Holly vive trancada no seu apartamento e sofrendo. Até que no dia do seu aniversário, sua mãe e suas amigas aparecem por lá, seguidas de uma grande surpresa: um bolo com um gravador e uma mensagem, enviados por Gerry. Pela mensagem no gravador ele explica à sua esposa que chegarão cartas a ela com instruções que em hipótese alguma devem ser desobedecidas, e a partir daí Holly recebe as cartas, sempre assinadas com “P.s I Love You” e nós conhecemos a vida que os dois tiveram juntos desde o momento em que se conheceram, pois cada uma leva Holly a reviver algum momento que os marcou. Enfim, é impossível ok, se você não acha não se inclua não se apaixonar pela história de Holly e Gerry. Sem contar que a trilha sonora é perfeita e os atores são lindos, e o filme é liiiiiiiindo também!

Treinando o papai


Fazia séculos que tinham me recomendado esse filme, mas eu nunca tinha achado pra locar. Eis que ultimo domingo eu estava em um tédio total e vi que esse filme estava passando na TV. Joe Kingman é a estrela de um time de futebol americano, solteirão, tem a vida perfeita, é rico, está no auge de sua carreira e não precisa se preocupar com mais ninguém além dele mesmo. Isso acaba quando Peyton bate a sua porta. Fruto de uma noite de despedida com sua ex-mulher a menina de oito anos chega de surpresa para ficar com o pai durante um mês, enquanto sua mãe está na África. E então Joe tem que conciliar a carreira de pai e jogador.
Eu amei esse filme, ele é recheado de clichês sim, mas o que é legal não é o que acontece, mas sim a forma com que as coisas acontecem. E só pra avisar, eu chorei muito nesse filme. :’)

Paranoia


O filme começa com um acidente de carro onde o pai de Kale (que é o protagonista) morre. A próxima cena é um ano depois, quando o japinha lindo aparece, rs. Aula de espanhol, o professor e Kale discutem e Kale dá um soco no professor. Então ele é sentenciado a 90 dias de prisão domiciliar, e, na sua tentativa de se livrar do tédio ele começa a observar os vizinhos. E é aí que o filme começa a ficar interessante, Kale desconfia que seu vizinho seja um serial killer. Pedindo ajuda a seu amigo japinha lindo e a sua nova vizinha, ele tenta desvendar este mistério e provar que ele não está paranóico.
Tenho paixão por esse filme. A história é legal, Shia Labeouf é um ator incrível, o amigo japinha dele é lindo e a trilha sonora é perfeita. Mas acho que o que mais me fez gostar desse filme foi eu conseguir dormir depois de vê-lo. Porque apesar de ter aquela parada meio “meu vizinho é um assassino”, ele tem umas tiradas bem engraçadas.

Monstros S.A


Em Monstrópolis, a crise energética é uma realidade, assim como o perigo de um apagão. Encarregada de salvar a cidade do caos, a empresa Monstros S.A. tira energia do grito dos humanos. Através de uma passagem entre os universos dos homens e dos monstros, eles invadem os quartos das crianças do mundo todo, assustam as crianças e arrancam seus gritos.
Mas nem tudo é fácil na vida de um monstro. O simples toque de uma criança causa a morte instantânea, acreditam os monstros. Um mero pé de meia que entre do lado dos monstros é motivo de interdição sanitária. Apesar do rigor das regras na Monstros S.A. um acidente acontece: uma garotinha invade Monstrópolis e instala o pânico. Cabe ao herói Sulley resolver a questão.
Essa é minha animação preferida – talvez empatada com Shrek. Sulley é engraçado, seu amigo verde que eu esqueci o nome também, e a Boo é uma fofura! Se você ainda não assistiu não teve infância –n assista!

Apocalypto


Morri de medo quando assisti apocalypto. E não foi aquele medo causado por filmes de terror, cheios de maquiagens e histórias sem pé nem cabeça. Jaguar Paw é um cidadão que leva uma vida tranqüila durante o império maia, até ser capturado pelo exército para sacrificar sua vida em oferenda à prosperidade de seu povo. O personagem se transformou em um dos meus heróis favoritos, por passar o filme inteiro lutando por sobrevivência.



Laranja Mecânica

Faz muito tempo que eu não assisto a esse filme,
devia ter uns 10 anos quando assisti pela ultima vez, então eu não me lembro direito. E apesar de não ser nem de longe meu filme favorito ele merece muito estar na minha listinha, rs. Alex é um jovem rebelde, mas inteligente, mora com os pais e sai pela noite com seus drugues para a prática da violência. É grande fã de Beethoven, e durante o dia mente para os pais para não ir à escola.
A idéia inicial do filme é tratar do comportamento social e como ele pode (ou não) ser condicionado (tirei da wiki, bjs). Em uma de suas invasões a casas alheias, Alex é traído por sua gangue, e condenado a 14 anos de prisão após matar uma mulher. Na prisão ele descobre um novo método do governo para a recuperação dos presos, que poderiam sair de lá em um ano e não mais voltar. Com seu cinismo habitual, Alex se torna voluntário do tal projeto. Este tratamento consiste em condicionar a pessoa a se afastar da violência. Diversos filmes de violência e sexo são passados a Alex, que recebe medicamentos que o fazem se sentir mal durante as exibições. Assim, ele associa o mal-estar à violência, e toda vez que tenta praticar algum ato violento, passa mal. O tratamento é considerado um sucesso no início, mas logo começa a gerar diversos problemas. Enfim, eu não lembro direito desse filme (tirei algumas coisas da minha amada Wikipédia, inclusive), tenho que assistir ele de novo, mas mesmo assim recomendo. :B

Sr. e Sra. Smith


Dois matadores profissionais, John e Jane, se apaixonam e casam-se sem que um saiba das atividades profissionais do outro. Alguns anos depois, eles vivem uma crise conjugal justamente por culpa dos segredos e da desconfiança.
Um dia, os dois acabam pegando o mesmo contrato e finalmente seus caminhos se cruzam. Descoberta a verdade, não resta ao casal nada a fazer a não ser eliminar um ao outro. E as tentativas de um matar o outro, sem realmente querer, é o ponto alto do filme.
Muita ação, humor, e o Brad Pitt lindo sedução ~ 4evah~.

Tamanho não é documento


Não é um filme erótico, não é um filme pornográfico, não tem nada a ver com tamanho, o titulo original, inclusive é “You Stupid man!” e é bom que isso fique claro, rs. Porque o filme é lindo. É daquelas típicas comedias românticas americanas. Owen namora Chloe, que recebe uma proposta pra ter seu próprio programa de televisão em Nova York, e a aceita. Eles decidem continuar o namoro mesmo assim. Pouco tempo depois de Chloe ir para Nova York Owen decide visitá-la para pedi-la em casamento, e pega ela ~conversando~ com seu colega de trabalho. A partir daí ele vive sofrendo, até conhecer Nadine, que o faz esquecer Chloe aos poucos. E eles tem umas coisas tão foooooooooofas juntos que own *o* Mas os quinze minutos de fama de Chloe acabam, e ela quer Owen de volta.

Batman Begins


Conta a história de Bruce Wayne, um garoto muito rico que ao ter seus pais mortos em sua frente, decide se vingar. Após passar muito tempo entre ladrões tentando aprender como eles pensam, um enviado de uma sociedade secreta chamada Liga das Sombras o convida para se ingressar em suas fileiras. Lá, ele aprende a combater como um guerreiro, se esconder como um ninja e a causar medo em seus oponentes. Terminado o treinamento, Wayne recusa-se a se tornar um membro da Liga, o que causa certo desentendimento entre ele, Ra’s, Ducard e um monte de ninjas. Então ele retorna a Gotham City e torna-se o Batman.
Em Gotham, um traficante é pego graças ao novo vigilante da noite que descobre que metade dos produtos traficados iam para um psicólogo chamado Dr. Craine. A partir dai, Batman tenta descobrir o que Dr. Craine está fazendo com essa droga e para quem ele trabalha.
Não bastasse isso, o Sr. Wayne tem que ficar de olho em suas empresas, já que muita coisa mudou na direção delas enquanto ele esteve fora. E ainda precisa bancar o playboy para proteger sua nova identidade secreta. Vale muito a pena assistir, de todos os “Batman” foi o que eu mais gostei, retrata bem o que é mostrado nos quadrinhos.

Cemitério Maldito


Amo Stephen King, e esse foi o livro dele que eu mais gostei – e a adaptação para o cinema também. Tanto o filme como o livro me deixaram com muito medo.
O médico Louis Creed se muda com sua família para uma cidade no Maine. Louis pensava em levar uma vida tranqüila. Um terrível engano. Não muito longe de sua casa, existe um cemitério de animais que esconde a entrada para um outro cemitério. Um cemitério muito estranho, onde os mortos lá enterrados têm o péssimo costume de voltar à vida no dia seguinte – em formas um tanto estranhas.
Quando o gato da família morre atropelado, eles o enterram nesse cemitério, mas as conseqüências são inimagináveis.


Beeeeijos e até sexta que vem. :*

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Can dreams come true?

Booooa tarde, meus amores, saudades e vocês! Semana passada eu não pude postar, porque passei a tarde fora com meus pais na Segunda, não podendo escrever o post, como eu normalmente faço, e na Terça eu tive aula de laboratório a tarde inteira, e cheguei morta em casa né. Daí tive que pedir à nossa querida Dani pra postar um dos textos das leitoras aqui, e tal.

Mas enfim, já estou de volta, e vou finalmente pôr em prática (q) um post que tenho programado já faz um tempinho... Vou falar sobre sonhos. Mas não aqueles sonhos tipo, “Ah, como eu sonho em conhecer tal cidade” ou “Meu sonho sempre foi trabalhar com isso...”, não. Sonhos do tipo, você dorme e sonha. :D

Quem nunca estava lá, num cenário perfeito, acontecendo coisas muito legais e tal, quando é acordado por uma voz dizendo que você tem que ir pra escola? Ou um despertador maligno (Nossa, eu odeio despertadores, e odeio mais ainda depender deles e) avisando que é hora de levantar? Ou quem não participa daquela comunidade do Orkut, “Já tentei voltar pro mesmo sonho”? (Eu não sei se participo, mas já participei, e já tentei mesmo, rs)

E também tem aqueles pesadelos péssimos, que você sonha que alguém querido morre, ou que, sei lá, todas as pessoas que deveriam te conhecer não se lembram de você e (Eu já sonhei com isso, foi muito ruim, mas eu tinha uns 7 anos e –s) Tá, né, enfim. O fato é que os sonhos as vezes querem dizer algo sobre o indivíduo e tal.



Por exemplo, Carl Jung, psiquiatra suíço, ele tinha um pensamento meio assim, se um indivíduo é muito masculinizado, seria normal para ele sonhar com imagens femininas (Não só mulheres, pessoas, isso é um blog de família e –q Enfim, tipo, flores, são imagens femininas.), já que seu organismo, ou mesmo seu subconsciente acharia que aquilo seria o certo para ele. E vice-versa. É como se o organismo tendesse ao equilíbrio, entendem?

Existem ainda pessoas que pensam, ou acreditam, não sei que termo seria melhor. Enfim, existe gente que leva os sonhos muito a sério, porque é como se, nos sonhos, a alma pudesse se desprender do corpo e ‘viver’ coisas que não poderiam se realizar na vida real (Só que tipo, essa é teoria é meio furada, porque e quando você sonha com mais pessoas, quer dizer que a alma de vocês se reuniu pra uma ~festchenha~ básica e – tá, parei.) Nesse caso, é como se a alma fosse uma expansão da consciência, e as ‘lembranças’ do que foi vivido por ela ficam registradas como sonhos. Que nem aquela moça da novela das seis e

Também há as teorias mais básicas, tipo, os sonhos são como reflexos dos nossos pensamentos. Se você pensa muito numa pessoa, durante o dia, a probabilidade de sonhar com ela à noite é grande, eu acho. Comigo acontece e –s Mas ao mesmo tempo, às vezes eu sonho com gente que não vejo, falo ou penso há tanto tempo..

Enfim, não restam dúvidas de que ainda há muito o que se descobrir sobre os sonhos (Tipo, há estudos que comprovam que os bebês, dentro do útero, também sonham. O que deve sonhar um bebê? Eu fico curiosa pra saber e RISOS, enfim), e que há várias conotações para eles, dependendo do ponto de vista: A religião tem uma explicação, a ciência outra, cada cultura tem sua própria crença e tal.

Mas se tem uma coisa que eu acho interessante sobre os sonhos, é o significado deles. Na maioria das vezes, são coisas aleatórias, e que muitos céticos podem chamar de mito ou superstição, mas sei lá, eu acho muito legal. (Eu acho legais coisas estranhas RISOS) E então eu decidi escrever um DICIONÁRIO DESCAPRICHO PARA SONHOS MAL INTERPRETADOS! (q, ignora, só prossegue.)

Veja a seguir o significado para alguns sonhos (Os que eu achei mais legal, né, porque encontrei uma LISTA DE SONHOS POR ORDEM ALFABÉTICA.):
Amante ou Amado: Este sonho tem significação contrária: se for um encontro apaixonado ou bonito é sinal de discussões e problemas. Se for uma briga em sonho, deve-se esperar bons acontecimentos.
Amigos: Alegrias ou novidade com relação à pessoa vista em sonho.
Anjo: Proteção poderosa e boas notícias.
Batom: Usar batom: você está cercada(o) por amizades falsas. Outras pessoas usando batom: traição profissional. Comprar batom: frivolidade. Homem com batom nos lábios: problema conjugal.
Casamento: Pode ser insatisfação com sua situação atual, se for casada(o), ou a expectativa, positiva ou negativa de se casar.
Duende: Uma surpresa ou alguma coisa muito boa está para acontecer.
Falsidade: Pessoas falsas: terá contratempos no lar. Ser falsa(o): vida longa.
Gravidez: Revela o medo da gravidez ou então amadurecimento de quem sonha.
Inimigo: Obstáculos nos negócios.
Juramento: Fazer um: conquistará posições.
Morte: Ver morrer alguém já morto: ganhará questão ou aposta. Ver-se morto: riqueza. Ver uma morte: saúde. O sonho com morte pode significar que se quer terminar algo definitivamente.
Nascimento: Quando não está relacionado ao desejo ou medo de nascimento, este sonho indica para a mulher uma nova atitude diante da vida. Para o homem, planos se realizarão.
Passeio: Passear com uma mulher: sofrimento de relações de amor. Com homem: separação por causa de mulher. Sozinha(o): benefícios inesperados.
Rival: Derrotar um rival: êxito nos negócios. Ser derrotada(o): vergonha, tristeza.
Saudade: Reconciliações para breve.
Traição: Insegurança. Traição de amigo: surpresas. De amor: obstáculos.
Universidade: Aprimore-se nos estudos. Freqüentá-la: você tem talento.
Véu: Branco: casamento próximo. Preto: infortúnio.

Tá, enfim. Alguns aí eu coloquei porque são meio que comuns, e outros só porque achei interessante mesmo, rs. Mas a lista que eu olhei tinha um moooooooonte, então, qualquer coisa, digita seu sonho lá no Google e interprete-o. :)

No mais, até a próxima semana. Beeeeijos!

P.S. Pessooooooas, quero compartilhar com vocês a minha felicidade. Consegui convencer minha mãe a me deixar viajar pro Rio Grande do Sul pra um negócio da escola, e vou conhecer a nossa querida colaboradora Dani! *----* Enfim, né, rs. Beeijos.